Com reportagem sobre produção indígena, jornalista do PPMT conquista prêmio Aprosoja

Reportagem vencedora tratou a produção de grãos nas aldeias indígenas do povo Paresi, que movimentou mais de R$ 120 milhões em 2021

A jornalista Helena Corezomaé foi uma das vencedoras do Prêmio Aprosoja de Jornalismo. Ela contou, em uma reportagem para o Primeira Página, como é feita a produção de grãos pelos indígenas Paresi.

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Helena Corezomaé recebe Prêmio Aprosoja na categoria Internet/Web. (Foto: reprodução)

A divulgação dos vencedores foi feita na noite desta quarta-feira (21). Helena concorreu na categoria Internet/Web e conquistou o segundo lugar.

A jornalista, que é indígena do povo Balatiponé, da aldeia Umutina, em Barra do Bugres, dedicou o prêmio aos 43 povos indígenas de Mato Grosso.

Discurso de agradecimento de Helena. (Vídeo: reprodução)

Reportagem vencedora

A reportagem escrita por Helena foi publicada em julho de 2022 e tratou sobre o cultivo de grãos como soja, milho e feijão em uma área total de 19.600 hectares distribuídas em cinco terras indígenas: Paresi, Rio Formoso e Utiariti da etnia Paresi, Irantxe da etnia Manoki; e Tirecatinga da etnia Nambikwara.

Em 2021, por meio da agricultura, os indígenas haviam conseguido movimentar mais de R$120 milhões e assim obter mais qualidade de vida e vencer a desnutrição.

A jornalista

Helena Corezomaé é jornalista formada pela UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso), mestre em Antropologia Social também pela UFMT.

Recentemente, foi uma das convidadas para participar do Programa Roda Viva da TV Cultura, onde teve a oportunidade de entrevistar a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara.

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