Feira de alimentos na China pode render mais de R$ 18 bilhões ao agro brasileiro
Com 82 empresas expositoras, país registra participação histórica na SIAL 2026, em Xangai, e amplia aposta no mercado chinês.
O Brasil abriu, nesta segunda-feira (18), sua maior participação na SIAL 2026, uma das principais feiras de alimentos e bebidas da Ásia, realizada em Xangai, na China. Com 82 empresas expositoras distribuídas em cinco pavilhões organizados pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) e parceiros, a expectativa é movimentar cerca de US$ 3,3 bilhões (mais de R$ 18 bilhões) em negócios.

A participação brasileira conta com apoio do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e integra a estratégia de ampliar as exportações agropecuárias e fortalecer a presença de produtos com maior valor agregado no mercado chinês, considerado um dos mais importantes para o agronegócio nacional.
A delegação reúne empresas de diversos segmentos, como alimentos processados, cafés especiais, frutas amazônicas, bebidas, proteínas animal e vegetal, mel, castanhas e produtos da sociobiodiversidade.
Ao longo da programação, os pavilhões brasileiros promovem degustações, rodadas de negócios, encontros com compradores internacionais e fóruns empresariais voltados à ampliação de parcerias comerciais.
A ApexBrasil coordena diretamente os espaços “World Food” e “Proteínas”, além das ações realizadas em conjunto com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), por meio do projeto AgroBR.

Sobre a feira
A SIAL 2026 acontece entre os dias 18 e 20 de maio, em Xangai, reunindo mais de 5 mil expositores de mais de 75 países e regiões. A expectativa da organização é receber cerca de 180 mil visitantes profissionais de mais de 110 países em uma área de exposição de aproximadamente 200 mil metros quadrados.
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