Rota pode transformar MS em hub de distribuição de produtos da China
Empresário da China quer aproveitar redução de prazos e custos com a Rota Bioceânica para enviar produtos para o Brasil via Mato Grosso do Sul.
O secretário da Semadesc, Jaime Verruck, prevê que, em um ano e meio, será possível pegar um veículo em Mato Grosso do Sul e chegar a Iquique, no Chile, pela Rota Bioceânica.
Mas isso não significa o início do uso do corredor para transporte de cargas.
Ainda há gargalos nas alfândegas, o que, segundo ele, pode inviabilizar o transporte de produtos para a China com esperas de até 6 horas para desembaraços.
“Precisamos de tecnologia. O BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) trouxe uma proposta capaz de liberar os caminhões em seis minutos. Estamos analisando. A ideia é fazermos um tratado para que tudo possa funcionar bem.”, informou.
Hub da China em MS
Para Verruck, o uso da rota bioceânica será gradativo. E pode desembocar num outro empreendimento para Mato Grosso do Sul.
Um hub de distribuição de produtos da China.

“Essa é uma grande oportunidade porque se o contêiner puder ir carregado e voltar carregado, o custo vai lá embaixo”, disse o secretário.
A rota é um corredor de acesso para exportação, mas estamos vendo a rota como uma rota de desenvolvimento, porque “o maior desafio é convencer Paraguai e Argentina que vamos passar no território deles para vender pra China. Eles vão falar, e eu, o que vou ganhar?”
Este é um corte do podcast Agro de Primeira.
Veja a íntegra aqui.
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