Beleza que hipnotiza: arara-azul posa para câmera e encanta com cores no Pantanal

De aparência inconfundível, a espécie é a maior da família das araras, podendo alcançar 1 metro de envergadura

Com uma cor única, a arara-azul é considerada um dos símbolos do Pantanal, apesar do desequilíbrio causado pelo homem colocar a espécie próxima do desaparecimento. No Pantanal de Mato Grosso do Sul, um guia turístico conseguiu registrar, em detalhes, a beleza da ave. 

Vídeo: Edir Alves

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O momento foi capturado pelo fotógrafo Edir Alves, na fazenda São Francisco, no Pantanal de Miranda (MS). Na imagem, a arara mostra o porquê de ser considerada uma “majestade”, com um azul e amarelo em tons fortes de tirar o fôlego. 

A arara-azul

Maior representante da família, as araras-azuis podem chegar a 1 metro de envergadura e pesar 1,3 kg. A plumagem azul se estende da cabeça à cauda, com tons amarelos ao redor dos olhos, pálpebras e base da mandíbula. 

O bico é grande, maciço, curvo e preto, formando quase um círculo. Por isso, tem a mordida mais forte entre as espécies das araras. 

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Detalhes do azul presente na plumagem da arara-azul (Foto: reprodução/Edir Alves)

Pode ser encontrada em diferentes regiões do país: no Pantanal, na Amazônia, no Pará, além do Maranhão, Piauí, Tocantins, Bahia e Goiás. 

A alimentação varia do local onde vive, devido à disponibilidade de frutos e sementes das palmeiras. No Pantanal, costumam comer, principalmente, sementes de acuri e bocaiúva. Em outros estados podem se alimentar de inajá, babaçu, catolé e piaçava. 

É uma ave sociável e com alta capacidade de comunicação. É comum ser vista vivendo em bando de 10 a 30 indivíduos, o que ajuda na proteção do grupo quando se sentem ameaçados. 

A reprodução só ocorre entre os 7 e 9 anos de idade, quando atingem maturidade sexual. É nessa época que elas buscam parceiros para serem fiéis durante o resto da vida. 

Quando o casal é formado, são facilmente observadas voando e se alimentando juntas. O pico da reprodução costuma ocorrer entre os meses de setembro e outubro. 

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Arara-azul pode ser encontrada no Pantanal e em outros biomas (Foto: reprodução/Edir Alves)

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