Câmera flagra momento em que píton albina troca de pele no Bioparque Pantanal
Processo exige níveis precisos de umidade e temperatura
Moradora ilustre do maior aquário de água doce do mundo, a píton albina Capitu foi flagrada trocando de pele. O momento, um dos mais sensíveis e importantes da vida de uma serpente, segundo especialistas, foi eternizado pelas lentes do Bioparque Pantanal.
Para que esse processo, chamado de ecdíse, ocorra de forma completa e saudável, o animal precisa de níveis precisos de umidade, temperatura e, acima de tudo, baixo estresse.

Capitu
Medindo 2,5 metros, a fêmea era usada como atração de circo e foi resgatada pela PMA (Polícia Militar Ambiental). Em Mato Grosso do Sul é proibido o uso de animais em apresentações circenses.
Devido ao uso indevido como entretenimento, a serpente não pode retornar ao habitat natural, pois perdeu o senso de defesa.
Em novembro de 2024, ela se tornou moradora do atrativo e, por ser rara, tem um papel importante na educação ambiental. Quem quiser vê-la de pertinho pode ir ao local.
Veja os horários de visitação aqui.
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