Conheça espaços especiais para pets nos parques de Cuiabá
Ligia Maciel, de 39 anos, usa o parque do Jardim Tropical para brincar com o Duke, um Golden Retriever
Os bichos literalmente estão soltos! Mas não é em qualquer lugar. Em Cuiabá, os pets, especialmente os cães, têm um espaço reservado nas praças de bairro: o ParCão.
Pelo menos 7 parques especiais já estão em funcionamento na capital, além de um em construção. São eles: Parque da Família (Bela Vista/Terra Nova), Parque da Nascente (Morada do Ouro), Praça Vanir Ananias Pinto Paraná (Jardim Imperial), Complexo Esportivo e de Lazer CPA I, Praça Nossa Senhora Aparecida (Parque Cuiabá), Praça Jardim das Américas, Praça Jardim Tropical e Praça no Voluntários da Pátria, que está em construção.
Ligia Maciel, de 39 anos, mora no bairro Campo Velho, e é mãe do Duke, da raça Golden Retriever, que está com dois anos. O Primeira Página encontrou com ela no parque do bairro Jardim Tropical, que fica do lado onde mora, num dia fim de tarde. O espaço estava limpo e com apenas dois visitantes.
Ela, o marido, o filho de 4 anos e o Duke mudaram próximo do parque há pouco mais de um ano. “Quando mudamos para cá já sabíamos que tinha essa praça aqui”, diz. “Foi um dos motivos que mudamos para o bairro, porque tinha a praça para as crianças e para o cachorro”.
Eles adotaram o Duke quando ainda era um filhotinho, quando ele tinha quatro meses. Desde então o cão “está aí alegrando”.

A moradora conta que o espaço é ótimo, especialmente para quem não tem uma ambiente maior em casa para os pets. “A gente tem casa pequena e o quintal também é muito pequeno, então a gente usa como uma forma de complementar as atividades dele”.
“O golden é um cão muito grande, e ele demanda de muita atividades”. Segundo Ligia, que é advogada, deixar o animal apenas no espaço de casa não é suficiente. “São poucos os lugares que a gente pode deixar o cão solto, que ele pode interagir com outros cães e se socializar. Esse espaço que ele pode correr livre é um privilégio”, descreve.
Rotina e manutenção
O casal leva o pet ao parque cerca de 3 vezes na semana, pelo começo da manhã e o entre o fim de tarde e início da noite. A advogada diz que a manutenção do parque costuma ser até frequente, principalmente porque um vizinho do espaço costuma fazer esse trabalho. Mas os moradores fazem uma arrecadação para pagar pelo serviço.
Um problema muito frequente, no entanto, é a falta de cuidado dos próprios usuários. “O mais difícil são as pessoas que não catam o cocô do cachorro”, reclama. O espaço conta com uma lixeira dentro do ParCão.
Outro situação desagradável é quando há feira no parque. Devido ao consumo, os populares enchem o lixo até do espaço de pet, que chega a transbordar. “Como a manutenção da prefeitura não é tão rápida, eu mesma costumo fazer a limpeza do local”, diz.
De acordo com a Limpurb (Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos), órgão ligado à Prefeitura de Cuiabá, uma equipe de manutenção que atua em todos os espaços de lazer da Capital. “Esse trabalho é coordenado pelo setor de Zeladoria e ocorre conforme o surgimento das demandas, que vão sendo programadas”, informou em nota.
‘Duke veio salvar nossa saúde mental’
O casal adotou o cão quando já tinham o filho, que tem 4 anos. A ideia de ter o pet, conta os dois, foi de ter uma atividade que os obrigassem a sair de casa, já que estavam em isolamento social devido à pandemia. “Era o nosso rolê. O Duke veio para salvar nossa saúde mental”.
“O golden é uma raça muito tranquila. Ele é apaixonante, super carinhoso. Ele demanda muita atividade, mas ele descansa muito tempo, ele parece um gato em casa, dorme umas 10h por dia. Mas ele precisa fazer atividade, cerca de uns 20 minutos por dia”, explica Ligia.
Mais lidas - 1 ‘Skincare’ natural: elefante Sandro mostra técnica em novo banho de lama no santuário de MT
- 2 Difícil de ser encontrada, sucuri de 8 metros é flagrada “camuflada” às margens de rio
- 3 Trabalhador passa a mão em sucuri gigante à beira de estrada em MT e cobra reage; veja vídeo
- 4 Tamanduá-bandeira surge em trilha e visitantes param para travessia em Cuiabá; veja vídeo
- 5 Onça-pintada é vista na escuridão durante pesca noturna no Rio Araguaia: ‘ela tá vindo para o nosso lado’
- 1 ‘Skincare’ natural: elefante Sandro mostra técnica em novo banho de lama no santuário de MT
- 2 Difícil de ser encontrada, sucuri de 8 metros é flagrada “camuflada” às margens de rio
- 3 Trabalhador passa a mão em sucuri gigante à beira de estrada em MT e cobra reage; veja vídeo
- 4 Tamanduá-bandeira surge em trilha e visitantes param para travessia em Cuiabá; veja vídeo
- 5 Onça-pintada é vista na escuridão durante pesca noturna no Rio Araguaia: ‘ela tá vindo para o nosso lado’