De Jack a Indi, casal de professores tem 12 psitacídeos em casa de MS
Fania Deluque e Renato Heinst cuidam de 8 calopsitas e 4 periquitos soltos em casa; sem filhos como prioridade, a turminha de penas fazem a festa no lar
Quem frequenta a casa dos professores Fania Deluque, 35 anos, e Renato Heinst, 34 anos, deve se sentir em uma verdadeira natureza, em Campo Grande.
O casal cuida de 12 psitacídeos, aves consideradas muito inteligentes, como os periquitos e as calopsitas. Todos têm nome e um espaço especial no coração dos dois. Assista abaixo momentos com a turminha:
“Cada um deles tem seu espaço e sua importância em nossas vidas. Todos vivem soltos pela casa. Só vão para o viveiro para comer e dormir. Nunca pensamos em filhos humanos. Nossos psitacídeos são nossos filhos e têm prioridade em nossas vidas”, declara Fania.

Os animais têm nomes divertidíssimos. São eles: Sr° Thominus, Madame Nora, Calci, Lilith, Frodo, Padmé, Indi (Indiana Jones) e o Banguela, as 8 calopsitas. “Um mais perturbado que o outro”, diz a professora, rindo. Jack (estripador), Blu e Kiki são os periquitos australianos. Enquanto Trevo é um fofo red rumped, um periquito-dorso-vermelho.

A diversão com as aves é garantida na casa do casal casados há 10 anos, pois as calopsitas machos falam com o casal. “Eles fazem ‘fiu, fiu’, ‘bom dia’, ‘bom dia, mamãe’, ‘vem, mamãe’. Mas só falam quando querem”, confessa.

O que mais impressiona, conforme a professora, é a inteligência dessas aves.
“Eles percebem quando não estamos bem, vão atrás da gente pela casa toda. Eles vão no nosso quarto, escalam a cama só pra ficar conosco. Aí dormem em cima da gente. Eles são tão filhos, que até nas viagem eles vão conosco. Todos eles”, revela Fania, rindo.
As 12 aves são cuidadas pelos veterinários Douglas Isaias e Pedro Fernandes, especialistas em animais silvestres e pets não convencionais, na capital de MS.
“Eles são nossas vidas, e as aves, infelizmente, quando adoecem, ficam mal bem rápido. Por isso, o atendimento do Pedro e do Douglas foram tão importantes”, pontua a professora.
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