Elefanta Kenya apresenta melhora e responde bem ao tratamento, diz Santuário
Kenya foi encontrada plea equipe do Santuário de Elefantes do Brasil (SEB) aparentando estar mais descansada e alerta, embora a respiração dela ainda siga alterada.
A elefanta Kenya apresentou sinais de melhora após ter problemas nas articulações da pata dianteira direita na semana passada. Conforme informações divulgadas pelo Santuário de Elefantes Brasil (SEB) nesse sábado (13), Kenya foi encontrada aparentando estar mais descansada e alerta, embora a respiração dela ainda siga alterada.

Kenya também mantém o apetite por frutas e vegetais, consumindo integralmente os alimentos oferecidos. Além disso, ela passou a ingerir uma pequena quantidade de ração peletizada, mas não come grãos. Normalmente, esses grãos são utilizados para facilitar a administração de medicamentos, formando pequenas bolinhas mais palatáveis, mas, neste caso, a estratégia não funcionou.
Medicação e hidratação seguem monitoradas
Diante da recusa aos grãos, os medicamentos passaram a ser oferecidos junto às frutas, que Kenya aceitou. Outra alternativa testada foi a inclusão da medicação em um petisco de gelo, mas a elefanta apenas manteve o gelo na boca até derreter, descartando-o em seguida.
A hidratação segue sendo um ponto positivo no quadro clínico. Além da água, Kenya tem recebido Gatorade e água de coco, bebidas que demonstrou aceitar bem. As fezes apresentam aspecto normal, indicando que o sistema digestivo segue funcionando adequadamente.

Resposta positiva ao tratamento
Mesmo com histórico de resistência a injeções no passado, Kenya surpreendeu positivamente a equipe. As tratadoras lembram que, quando ainda vivia em Mendoza, na Argentina, o processo de adaptação às agulhas foi demorado. No entanto, desde que chegou ao atual local, o comportamento tem sido colaborativo.
No sábado, ela reagiu de forma tranquila à aplicação do antibiótico injetável, permitindo que o veterinário realizasse o procedimento com facilidade. Segundo a equipe, a elefanta chegou a se inclinar para facilitar o acesso ao músculo da perna.
Outro sinal positivo observado foi a redução da temperatura das orelhas, que estavam mais quentes. As tratadoras explicam que os elefantes utilizam as orelhas para regular a temperatura corporal, e o toque agora indica uma condição considerada normal.
Morte no recinto
Em outubro, a elefante africana Puppy morreu após seis meses de cuidados no santuário de Chapada. Ela foi transferida de um zoológico em Buenos Aires. Pupy teve cólicas e perda de apetite. Mesmo assim, seguia se alimentando e recebendo medicamentos que ajudavam a aliviar o desconforto. No entanto, ela não resistiu.
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