Cobra avança contra janela de carro em movimento e assusta motorista
No vídeo, feito pela técnica em Agropecuária, Suellen Layza de Mattos Moreira, a jiboia aparece nas margens de uma estrada rural antes de dar o bote contra a janela do carro.
Uma cena de tirar o fôlego repercutiu nas redes sociais nessa semana ao mostrar o momento em que uma jiboia dá o bote contra a janela de um carro que passava por uma estrada rural em Brasnorte (MT). Assustada, a passageira que filmava o momento dá um grito e quase derruba o celular; veja abaixo:
O vídeo surpreendente foi feito pela técnica em Agropecuária, Suellen Layza de Mattos Moreira, e divulgada nas redes sociais na última quinta-feira (2).
Ao Primeira Página, ela contou que seguia em direção a uma fazenda na região rural da cidade, acompanhada do colega, que dirigia o carro.
Em certo ponto da estrada, viram a jiboia tentando atravessar a pista e pararam o carro alguns metros antes para tirar foto da serpente.
Mas, segundo Suellen, um casal de idosos que também parou no local teria atiçado a cobra anteriormente, o que teria contribuído para que a técnica recebesse o bote inesperado quando o carro se aproximou. Apesar do susto, ninguém foi ferido pelo animal.
Conforme o biólogo e fotógrafo de vida selvagem, Marcos Ardevino, esse comportamento da cobra é normal quando ela se sente ameaçada. No caso do vídeo, uma das ameaças possivelmente considerada pela jiboia foi a passagem e proximidade do carro.

Espécie não é venenosa
As jiboias podem atingir até quatro metros de comprimento e pesar mais de 45 quilos, sendo consideradas a segunda maior cobra do país.
Mas, apesar do tamanho intimidador, elas não são venenosas e matam suas presas por meio do sufocamento – quando se enrolam ao redor do corpo do animal predado.
Comuns nas regiões tropicais da América Central e do Sul, são frequentemente encontradas em áreas de mata no Brasil e, em alguns casos, nas proximidades de zonas urbanas. Conforme o Instituto Butantan, as jiboias podem ser encontradas no Pantanal, no Cerrado, na Caatinga, na Mata Atlântica e na Amazônia.
Elas têm a cabeça em formato triangular, um padrão de pele que auxilia na camuflagem e uma coloração que varia entre cinza e marrom. Na cauda, podem ter marcações escuras ou avermelhadas.
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