Nem no Pantanal! Capivarinha caótica testa paciência de mãe e cena fofa viraliza em MS
Nem mesmo no mundo animal as mães têm paz!
O biólogo e guia Maurício Abib, do projeto Onçafari, flagrou uma cena hilária e cheia de fofura no Refúgio Ecológico Caiman, em Miranda, no Pantanal de Mato Grosso do Sul. Um filhote de capivara resolveu testar a paciência da mãe ao subir e se equilibrar exatamente em cima da cabeça dela à beira d’água, chamando a atenção de turistas e pesquisadores da região.
Nem mesmo no mundo animal as mães têm paz! A capivarinha tocou o terror em pleno Pantanal e subiu na cabeça da mamãe em cena hilária! Ao contrário do que acontece com seres humanos, no entanto, a paz da roedora não foi abalada.
Apesar de “atentada”, a pequena capivara deu um show de fofura junto à sua família. O post já acumula mais de 46 mil curtidas somente no Instagram.
A espécie é semiaquática, por isso não é incomum vê-la curtindo um dia de sol na maior planície alagável do mundo.
Mas não se engane pelo tamanho ou pela diversão: apesar de fofas, elas desempenham um papel vital no ecossistema, servindo como base na cadeia alimentar para grandes predadores do nosso bioma, como a onça-pintada.

A habilidade delas dentro da água serve, inclusive, para despistar esses predadores. Elas são verdadeiras atletas olímpicas do mergulho e usam todos os seus truques biológicos para garantir a sobrevivência e, claro, momentos de sossego como esse em família.
Fatos e curiosidades sobre a espécie das capivarinhas:
- Mestras do disfarce: Possuem patas levemente palmadas (com membranas entre os dedos) e conseguem ficar totalmente submersas por até cinco minutos para fugir de perigos ou descansar.
- Peso pesado: As capivaras podem chegar a impressionantes 100 quilos, embora a média geral mude para 50 kg. Além disso, medem entre 106 cm e 134 cm de comprimento.
- Turma grande: São animais extremamente sociáveis e vivem em grupos que vão de dois a 25 indivíduos.
- Significado do nome: Capivara vem do tupi e significa “comedor de capim” (Kapi’wara). Como o próprio nome já diz, elas se alimentam de plantas aquáticas, sementes, frutas, além de roer cascas de árvores para desgastar seus dentes incisivos, que nunca param de crescer.
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