Seu gato pode sofrer com o clima: veja como evitar doenças respiratórias

A rinotraqueíte felina é uma das doenças mais frequentes nesse período

Com as recentes variações de temperatura, é comum o aumento de casos de doenças respiratórias em felinos, o que exige atenção redobrada dos tutores.

É preciso redobrar a atenção com os felinos.(Foto: Unsplash)
É preciso redobrar a atenção com os felinos.(Foto: Unsplash)

Conforme a Superintendência de Bem-Estar Animal (Subea), a rinotraqueíte felina é uma das doenças mais frequentes nesse período e pode evoluir rapidamente sem diagnóstico e tratamento adequados.

A mudança de estação é propícia para o aumento da doença, principalmente em locais com maior concentração de animais. Causada pelo herpesvírus felino, a doença afeta o sistema respiratório e é altamente contagiosa.

É preciso ter cuidado, pois a transmissão ocorre por meio do contato direto com secreções de animais infectados, como espirros, saliva e secreções oculares.

Os principais sintomas são espirros frequentes, secreção nasal e ocular, febre, falta de apetite, apatia e dificuldade respiratória. Além disso, em casos mais graves, o animal pode desenvolver úlceras nos olhos e complicações respiratórias, especialmente em filhotes, idosos ou com a imunidade comprometida.

Cuidados

Para proteger seu pet, é recomendado manter os animais em ambientes limpos, aquecidos e protegidos de correntes de ar, além de garantir alimentação adequada e acompanhamento veterinário.

Ao identificar qualquer sintoma, o atendimento deve ser buscado quanto antes para evitar o agravamento do quadro. Essencial, a vacinação é a principal forma de prevenção. A primeira dose deve ser aplicada aos 60 dias de vida, com reforço após 21 dias e revacinação anual.

Atendimento

Caso precise levar seu felino ao veterinário em Campo Grande, a Subea oferece consulta veterinária gratuita para cães e gatos de segunda, terça, quinta e sexta-feira, das 7h30 às 13h, na unidade central, localizada na Rua Rui Barbosa, 3538.

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