Condenado a viver 3 anos, Stephen Hawking mudou a história da ciência
Mesmo após diagnóstico considerado fatal, cientista seguiu pesquisando e contribuiu para estudos sobre o universo.
O bloco do Pense Nisso de hoje traz a história do físico britânico Stephen Hawking, um exemplo de perseverança diante das adversidades. Mesmo após receber um diagnóstico grave ainda jovem, ele se tornou um dos cientistas mais influentes do mundo e ajudou a ampliar a compreensão humana sobre o universo.
Hawking, nasceu em 8 de janeiro de 1942, na cidade de Oxford, na Inglaterra, exatamente 300 anos após a morte do astrônomo italiano Galileu Galilei. A infância foi relativamente comum, e durante os anos escolares ele não se destacava como um dos melhores alunos da turma.

Aos 17 anos, decidiu seguir o sonho de estudar física na Universidade de Oxford, contrariando a vontade do pai, que preferia que o filho cursasse medicina. Durante a universidade, porém, começaram a surgir sintomas que mudariam completamente sua vida: dificuldades de movimento, quedas frequentes e problemas na fala.
Aos 21 anos, veio o diagnóstico de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), uma doença degenerativa que compromete os neurônios responsáveis pelos movimentos do corpo. Na época, médicos estimaram que Hawking teria apenas cerca de três anos de vida.
Apesar do prognóstico, ele decidiu seguir em frente com os estudos. Incentivado pela namorada, Jane, concluiu o doutorado e iniciou pesquisas importantes sobre a origem do universo. Seus trabalhos ajudaram a reforçar a teoria do Big Bang, que explica a expansão do universo a partir de um ponto inicial extremamente denso e quente.
Ao longo da carreira, Hawking também se destacou pelos estudos sobre os chamados Buracos Negros, contribuindo para avanços significativos na física teórica. Mesmo com o avanço da doença e a perda gradual dos movimentos, ele continuou produzindo pesquisas, escrevendo livros e participando de palestras.
Com o tempo, passou a se comunicar por meio de um sintetizador de voz conectado a um computador, tecnologia que permitiu que ele continuasse compartilhando suas ideias com o mundo.
Entre suas obras mais conhecidas está o livro Uma Breve História do Tempo, que popularizou conceitos complexos da cosmologia para milhões de leitores.
Stephen Hawking morreu no dia 14 de março de 2018, aos 76 anos, em sua casa em Cambridge, no Reino Unido. Curiosamente, a data coincide com o aniversário de nascimento do físico Albert Einstein.
Sua trajetória continua sendo lembrada como um exemplo de determinação, curiosidade científica e superação. Em uma de suas mensagens mais conhecidas, Hawking deixou um conselho simples e inspirador:
“Lembre-se de olhar para as estrelas e não para os seus pés. Tente compreender o que você vê e seja curioso. Por mais difícil que a vida possa parecer, sempre há algo que você pode fazer e ter sucesso. O importante é não desistir”. Ouça abaixo o trecho sobre a história de Hawking:
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