Cozinhar sacia a fome e manusear dos alimentos serve de terapia
Pensar no cardápio, escolher os ingredientes, preparar refeições e esperar ficar pronto são coisas que ajudaram quem sofreu uma grande perda
Cozinhar pode não fazer parte do seu dia a dia, nem ser uma atividade que você sonhe em fazer. Mas, sabia que mais do que preparar refeições para saciar a fome, todo o processo que a prática exige pode servir de terapia?

Como? Bom, vamos começar pelo fato de que, para cozinhar, é preciso pensar um cardápio, escolher os ingredientes. Depois, preparar o prato e esperar ficar pronto, ajuda a controlar a ansiedade e ainda se torna um ótimo momento para deixar os problemas de lado.
Ainda estamos em janeiro e, até dia 31, o Primeira Página te mostra práticas simples que ajudam a levar uma vida mais leve, melhor. A saúde mental também é destaque, afinal, é janeiro branco, mês voltado para a saúde da mente.
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A Celsiane Rodrigues é a nossa inspiração de hoje. Durante a pandemia, a enfermeira se viu numa tristeza profunda ao perder um jovem paciente para a covid-19. Quando nada parecia ajudar, foi na cozinha que o processo de cura teve início.
“Eu tenho um marco que a cozinha me ajudou muito, que foi quando eu perdi um paciente jovem, na pandemia. Eu cheguei em casa e não conseguia fazer muita coisa, falei: ‘vou fazer um risoto’.

“Aquele preparo, trouxe um alívio muito grande, porque consegui não levar o sofrimento pra comida, ao contrário, a comida me trouxe alegria e vontade de fazer algo com amor pra alguém que eu amo, que é meu filho”

A cozinha sempre vai ter essa prática terapêutica e veio exatamente para tirar a jornada exaustiva de um hospital, que a gente sabe que é pesado, veio para me relaxar.

Pensar qual prato vou fazer, ‘ah, estou afim de um hambúrguer, um cachorro-quente, alguma coisa’, é realmente a minha válvula de escape
Como começar?
Só digo o seguinte: comece sem medo de errar! ‘Ah, não vai dar certo’. Se tem 50% de vontade, tem 50% de chance. ‘Eu gosto de ovo’, você pode incrementar, colocar um queijo, um presunto, ‘será que dá certo colocar um pouco de carne?’ Daqui a pouco você vê que uma omelete vai se tornar uma torta, que vai se tornar um outro prato, vai crescendo”

Sempre que eu vou pra cozinha, eu imagino as pessoas comendo depois. Ver a fisionomia de cada um, a felicidade de ver a pessoa experimentando. Cozinhar, pra mim, é a representação de afetividade e amor”.
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