Dia dos avós: relação gera benefícios para toda família
Apesar da data ser comemorada no dia 26 de julho, o importante é semear o amor todos os dias
Eles são a base, a referência e o espelho dos bons exemplos em muitas famílias. São eles, também, que nos trazem as memórias mais marcantes da vida. Neste dia 26 julho, dia dos avós, o Primeira Página preparou uma reportagem especial.

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Marcados pela vasta experiência de vida, eles carregam a história da família. Os avós surgem como grandes amigos e confidentes, repletos de qualidades.
São fontes de saberes, visão mais ponderada e estabilidade emocional na formação dos netos.
A psicóloga Ana Paula Gomes destaca que esses comportamentos de aprendizado mútuo devem ser construídos, considerando que todos caminham para a mesma estação, a velhice.
“Os avós em diversas culturas são tratados de forma diferenciada. os avós na família são os guardiões dos valores”, conta a profissional.

Símbolos de resistência, muitos avós assumiram o papel dos pais na vida de seus netos.
Após tantos anos de amor e cuidado, a universitária Alanis Eduarda, de 19 anos, faz o caminho inverso: cuida da avó cadeirante, de 76 anos. Uma rotina que já tem sete anos. A gratidão é o reflexo do cuidado na infância.
“Tenho uma imensa gratidão por ter cuidado de mim na ausência da minha mãe. Ela é incrível, um dos grandes símbolos de resistência feminina”, afirma a estudante.

Com 32 anos, a auxiliar administrativo Gessika cristhy chama de mãe, a pessoa responsável por construir seu caráter.
“Eu só tenho a agradecer, ela me ensinou a lutar, a vencer os problemas da vida. é uma guerreira e sempre fez tudo para manter a família. eu quero passar para meus filhos e netos. Mãe te amo do fundo do meu coração”, expressou Gessika.
Dalva Rosa é estilista e divide os cuidados do ateliê de olho na netinha Isabela de 2 aninhos. A presença da menina é uma renovação de vida.
“A criança traz esperança de vida, conforto e alegria. tudo o que avós querem é a presença dos netos, não tem preço”, pontua.
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Rústico, mas nem tanto, a herança cultural e atualização de conceitos caminham juntas, entre o trabalhador rural Antonio Nespoli de 65 anos e seus três netos.
“Eu aprendo muito com eles, eu sou das antigas e eles com as tecnologias só tem que aprender com eles. eu passo as experiências que tenho e dou exemplo do bom e do ruim. graças a deus sou muito feliz com esses netos”, afirma idosos sobre os netos.
Imprescindíveis para a formação da nossa identidade. Os avós mal sabem que semeiam na gente o que vamos compartilhar quando tivermos nossos netos. É por isso que as raízes não se perdem e atravessam gerações.