Empresa que realizou evento com Filipe Ret vai à Justiça após show ser interrompido
Confusão ocorreu durante show na madrugada desse sábado (16)
A empresa responsável pelo evento “É o Trap, é o Funk”, realizado na madrugada do último sábado (16), no Centro de Eventos da Acrimat, em Cuiabá, afirmou que vai adotar medidas judiciais contra as forças de segurança que interromperam a realização do evento, sob a justificativa de poluição sonora.

O evento contou com a participação do cantor Filipe Ret, que tem mais de 7 milhões de seguidores nas redes sociais.
Segundo a empresa, o evento foi interrompido por volta de meia noite, depois de uma batida policial que pedia documentações do evento.
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Os organizadores disseram que apresentaram alvará da polícia, Corpo de Bombeiros, seguro contra incêndio, ambulância, projeto do evento, além dos comprovantes de pagamento das taxas municipais.
Sobre o alvará da prefeitura, a empresa disse que tinha uma liminar, na qual permitia fazer o evento, já que o documento havia sido negado no dia do evento, horas antes da realização do show, sobre a justificativa de que o Centro de Eventos da Acrimat não tinha isolamento acústico.
“A justificativa das autoridades que ali estavam para interromper o evento, foi que o local não tinha isolamento acústico, justamente o motivo pelo qual ingressamos com o mandado de segurança, sendo o mesmo deferido e assim nos foi permitido a realização do show”, pontuou a empresa.
Conforme os organizadores, mesmo com a apresentação dos documentos o show foi interrompido e só retomado depois que um oficial de justiça plantonista compareceu ao local para notificar as autoridades sobre a existência da liminar que permitia a realização.
De acordo com a empresa, no show não foi encontrado nada de ilícito, tampouco com seus organizadores, bem como não havia nenhum menor de idade no local.
A empresa relatou ainda que estava dentro da norma e espera que tudo seja esclarecido. Enquanto isso, disse que vai adotar medidas administrativas e judiciais.
Cantor comenta show em Cuiabá
O cantor Filipe Ret usou as redes sociais para comentar o evento. Segundo ele, a polícia foi direto no camarim.
“Com aquela energia, atrasou todo o evento, esvaziou o local, infelizmente PJ Huodini e Caio Luccass, dois artistas da Nada Mal, não puderam fazer o show. Não aconteceu nada, os caras (polícia) não encontraram nada, só foram para atrasar o evento. Dois ‘muleques’ super honestos perderam os shows deles, por conta dessa mentalidade”, disse o artista.
A Polícia Militar disse que não irá se manifestar sobre o ocorrido.





