Mais de 50% das mulheres não adotam sobrenome do marido após casamento
Mato-grossenses têm optado cada vez mais por manterem os nomes originais de família
Talvez pela praticidade de se casar e não precisar refazer todos os documentos, caiu 41,8% o número de mulheres em Mato Grosso que passaram a incluir o sobrenome do marido após o casamento. Os dados foram apresentados pela Anoreg-MT (Associação dos Notários e Registradores de Mato Grosso.

A escolha preferencial dos casais tem sido pela manutenção dos sobrenomes de família, que hoje representam 50,6% das opções no momento da habilitação para o casamento.
Em 2002, época em que o atual Código Civil foi publicado, o percentual de mulheres que adotavam o sobrenome do marido no casamento representava 75,8% dos matrimônios.
A partir de então iniciou-se uma queda paulatina desta opção. Na primeira “década” desta mudança – 2002 a 2010 -, a média de mulheres que optavam por acrescer o sobrenome do marido passou a representar 64%.
Já na segunda “década” de vigência da atual legislação – 2011 a 2020 – este percentual passou a ser de 59,4%.
Homens podem, mas não acrescentam sobrenome da mulher
Novidade introduzida pelo atual Código Civil brasileiro, a possibilidade de adoção do sobrenome da mulher pelo homem ainda não “vingou” na sociedade.
Em 2021, apenas 1,05% das escolhas no momento do casamento, percentual que atingiu seu ponto máximo em 2004, quando foi a opção em 1,5% dos matrimônios.
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A mudança dos sobrenomes por ambos os cônjuges no casamento representou, em 2021, 4,1% das escolhas, tendo atingido seu pico em 2020, quando foi opção em 5,4% das celebrações.
A pessoa que altera um nome deve providenciar a alteração de todos os seus documentos pessoais – RG, CNH, título de eleitor, passaporte, cadastro bancário, registros imobiliários e no local de trabalho.
Caso não queira fazer a mudança, deverá apresentar a certidão de casamento quando for necessário fazer prova de sua nova identificação.
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