Oito fatos surreais sobre a vida das mulheres na década de 60
O controle era hábito e o preconceito não apenas uma atitude isolada, mas uma regra
Imagine um mundo em que sua validade profissional expira aos 32 anos, em que sua independência financeira depende da assinatura de um homem e até o corte do seu cabelo é vigiado pela sociedade. Hoje, a descrição parece enredo de uma série distópica, mas essa era a realidade cotidiana das mulheres na década de 60.

Nos anos de 1960, o machismo era escancarado na sociedade, dentro e fora das casas. O controle era hábito e o preconceito não apenas uma atitude isolada, mas uma regra institucionalizada. Confira oito “padrões” na vida das mulheres nesta época:
Aposentadoria aos 32 anos
As aeromoças seguiam rígidos padrões físicos (e de beleza) para desempenhar suas funções e manter a imagem e o status da companhia aérea. Só eram contratadas mulheres solteiras e, até 1972, uma comissária de bordo era forçada a se aposentar ao completar 32 anos.
Solteiras deveriam buscar um marido no AA
Nos anos 60, as mulheres solteiras eram incentivadas a participarem das reuniões dos Alcoólicos Anônimos para conhecerem pretendentes a marido. Aparentemente, conquistar um homem durante um período difícil da vida dele era a maneira perfeita de fazê-lo casar com você.
Sem cartão de crédito para as solteiras
Na década de 60, os bancos recusavam cartões de crédito a mulheres solteiras, sob alegação de que não podiam confiar nelas. Para as casadas, o cartão só era liberado se o marido assinasse um requerimento assumindo a responsabilidade.
O marido sempre fala primeiro
As mulheres eram ensinadas a ficarem apenas quietas ouvindo. Tudo o que o marido tinha a dizer era mais importante do que o que elas tinham a dizer.
O trabalho da esposa era limpar e organizar a casa
Da mesma forma, as mulheres eram instruídas a manter a casa sempre limpa e organizada para seus maridos.
Grávidas não podiam cortar o cabelo
Os hormônios da gravidez eram vistos como influenciadores do comportamento da mulher a tal ponto que não se deveria confiar nela para tomar decisões importantes na vida, incluindo cortar o cabelo.
Não dava divórcio
Recusar manter relação sexual com o marido era motivo para o divórcio.
Baixo e suave
A mulher deveria sempre falar baixo, suave e de forma gentil. Para conseguir isso, as adolescentes seguravam um palito de fósforo entre os dentes enquanto falavam ao telefone. Se a outra pessoa pudesse perceber que estava lá, ela precisaria praticar mais.
(Com informações Stars Insider)
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