VÍDEO: um passeio pela memória e identidade do campo-grandense
Campo Grande completa 123 anos de fundação nesta sexta-feira (26). Para marcar a data, o Primeira Página saiu às ruas para descobrir se as pessoas ainda lembram um pouco da história da Cidade Morena. (assista ao vídeo abaixo)
A maioria dos entrevistados não soube responder quem foi José Antônio Pereira, o fundador da cidade, mas quando eles foram questionados sobre as características que fazem da “Cidade Morena” única, não tiverem dificuldade em indicar o Parque das Nações Indígenas como o local favorito e o tereré como a bebida que é “a cara” dos campo-grandenses.
As gêmeas Isabela e Giovana Espíndola se esforçaram para lembrar sobre detalhes da vida de José Antônio Pereira, mas sem sucesso. Elas nasceram em Manaus (AM), mas, se sentem um pouco campo-grandenses também. Dentre os lugares que elas mais gostam está o Parque das Nações.
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Quem também ama o parque é a estudante Evelyn Mendonça, de 18 anos, que diz já ter ouvido falar sobre o fundador da cidade, mas não lembrava o nome dele.
“Quem é esse cara?”, foi a resposta da empresária Rebeca Silva Viana, de 23 anos, que também não lembrou do fundador da Cidade Morena. O técnico em eletrônica Vinícius Joaquim, de 26 anos, também não soube responder a pergunta.
“Eu sei. Ele foi o fundador de Campo Grande”, respondeu a estudante Lívia de Souza Ferreira, de 19 anos.
Lívia gosta não só da história da cidade onde vive, mas de uma bebida que considera ser o símbolo da Cidade Morena. “Tereré é a cara de Campo Grande”, diz.
A dona de casa Mariuza Pereira, de 49 anos, reconhece a importância do desbravador José Antônio Pereira, mas ficou um pouco nervosa ao ser questionada sobre o nome e, inicialmente, respondeu que ele era o fundador de Mato Grosso do Sul e não só da capital.
Dejair Pereira Barbosa, de 70 anos, respondeu o questionamento com convicção e acertou. Parte do interesse do aposentado pela cidade tem relação com o próprio sentimento de afeto que nutre pela Cidade Morena. “Amo essa cidade. Nasci, cresci e vou morrer aqui. As pessoas são muito generosas”, diz.

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