Amigos fazem campanha de doação para ajudar sobrevivente de AVC em MT

Desenganada por médicos em 2023, Camila Batista sobreviveu a um AVC isquêmico e agora precisa de apoio para manter moradia e alimentação ao lado das filhas.

Após sofrer um AVC isquêmico em dezembro de 2023, aos 33 anos, e passar cerca de um mês internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em Cuiabá, Camila Batista contrariou o prognóstico médico e sobreviveu. Antes do problema de saúde, ela trabalhava como manicure e era responsável pelo próprio sustento.

Agora, de volta a Araputanga (MT) com as duas filhas, ela enfrenta um novo desafio: garantir moradia e alimentação enquanto aguarda a regularização de benefício. Para ajudar no recomeço, amigos criaram uma campanha de arrecadação.

Camila Batista voltou para Araputanga após passar mais de um mês internada na UTI; amigos organizam campanha para ajudar no aluguel e na alimentação. - Foto: Reprodução
Amigos organizam campanha para ajudar no aluguel e na alimentação de Camila Batista, ela sobreviveu a um AVC isquémico em 2023. – Foto: Reprodução

As informações foram repassadas pela amiga de longa data Adriana Furtado, responsável pela mobilização solidária. Segundo ela, o quadro de saúde foi considerado gravíssimo na época da internação.

“Ela sofreu o AVC isquêmico com 33 anos e ficou internada mais de um mês. Foi de dezembro até o final de janeiro, praticamente todo esse período na UTI”, relatou. “Pela avaliação médica, a expectativa era que ela não tivesse recuperação funcional, que ficasse acamada. Mas ela reagiu”.

De acordo com Adriana, o retorno para Araputanga ocorreu com autorização judicial, já que a filha (hoje maior de idade) assumiu formalmente a responsabilidade pelos cuidados.

Campanha prioriza aluguel e comida para vítima de AVC

Com a mudança de cidade, a família precisou recomeçar a estrutura da casa. Parte dos móveis já foi adquirida por meio de doações, mas a necessidade agora é garantir despesas básicas.

“No momento, a maior urgência é alimentação e o custo do aluguel. Já estamos procurando uma casa, mas precisa pagar para conseguir entrar”, afirmou Adriana.

Segundo a amiga, Camila tem direito ao benefício do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), mas o valor ainda não foi transferido para o novo local. “O benefício ainda está sob tutela da irmã que cuidava dela antes. A gente já foi ao INSS para resolver, mas ainda não foi transferido. Até isso se regularizar, ela precisa de ajuda imediata”.

As doações estão sendo recebidas principalmente em dinheiro para custear moradia e alimentação. Como ajudar:

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Nome: Camila Batista da Silva

“Qualquer valor faz diferença agora. É para garantir o básico até tudo se organizar”, reforçou Adriana.

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