Como é a Cidade Proibida da China? Jornalistas mato-grossenses visitam local
Após ficar mais de 500 anos fechado, os jornalistas Kátia Krüger e Gustavo Arakaki visitaram o ponto turístico.
A Cidade Proibida, um dos símbolos mais emblemáticos da história e da cultura da China, foi o cenário de uma reportagem especial realizada por jornalistas de Mato Grosso durante viagem à capital chinesa, Pequim. O complexo, oficialmente chamado de Palace Museum, foi por quase 500 anos a residência e sede do poder dos imperadores das dinastias Ming e Qing e hoje é um dos destinos turísticos mais visitados do mundo.
Em viagem pela China, os jornalistas da Rede Matogrossense de Comunicação, Kátia Krüger e Gustavo Arakaki, mostram um dos símbolos da cultura chinesa. No novo episódio da série especial do portal Primeira Página, os profissionais revelam curiosidades, paisagens e experiências vividas em um dos monumentos mais emblemáticos do mundo.

Ao chegar à Cidade Proibida, os jornalistas encontraram um vasto conjunto de palácios, pátios e corredores que se estendem por cerca de 720 mil metros quadrados, com mais de 900 edifícios e milhares de quartos, a maioria preservada desde sua construção no início do século XV.
Entre os pontos que mais chamam atenção está a Porta do Meridiano (Meridian Gate), a entrada principal do complexo, por onde os visitantes passam para iniciar a exploração dos espaços históricos. Seguindo por amplos pátios, é possível observar a Sala da Suprema Harmonia (Hall of Supreme Harmony), maior estrutura do palácio, onde eram realizadas cerimônias solenes e decisões de Estado.
“Tudo nesse local é cheio de significado e simbolismo. São figuras que realçam o contraste de uma capital, onde o passado sempre caminha por perto”, contou Kátia.
Confira o vídeo completo da visita abaixo:
Arquitetura que impressiona

A reportagem mostra também a impressionante simetria e organização espacial do local: corredores alinhados, telhados de cerâmica amarela (cor imperial na China) e paredes vermelhas que refletem antigos princípios do feng shui, prática tradicional que combina arquitetura e cosmologia para harmonizar o ambiente.
Durante a visita, os jornalistas destacaram o contraste entre os espaços públicos, amplos e cerimoniais, e as áreas mais reservadas da corte, onde os imperadores e suas famílias viviam. Muitos dos salões ainda exibem ornamentos, artefatos e detalhes arquitetônicos que remontam ao auge do poder imperial chinês.
Depois da queda da monarquia com a revolução de 1911, a Cidade Proibida deixou de ser uma residência imperial e foi transformada em museu público em 1925, passando por restaurações e reformas ao longo do tempo. Hoje, abriga uma vasta coleção de artefatos, cerâmicas, trajes e documentos que contam a história das dinastias que governaram o país por séculos.
O complexo foi reconhecido como Patrimônio Mundial pela UNESCO em 1987, pela sua importância monumental e pela preservação de centenas de anos de história arquitetônica e cultural chinesa.

Visitando o coração de Pequim
Perto da famosa Praça da Paz Celestial (Tiananmen), a Cidade Proibida se destaca como ponto de partida para quem quer compreender a evolução política e cultural da China. O local impressiona não apenas pela escala monumental, mas também pela sensação de estar caminhando pelos corredores de uma antiga capital imperial.
A equipe de Mato Grosso mostrou, no vídeo, a atmosfera dos pátios vastos, a interação das pessoas com o ambiente histórico e a experiência de caminhar por um dos maiores complexos palacianos ainda existentes no mundo um lugar que, séculos atrás, era inacessível a grande parte da população e hoje é símbolo de um passado imperial repleto de tradições e mistérios.
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