Bloco de petróleo entre RO e MT é arrematado
O interesse pela área voltou à tona após a empresa brasileira Dillianz Petróleo e Gás arrematar um dos blocos da região durante o 5º leilão da Oferta Permanente de Concessão (OPC)
Uma nova fase de expectativa econômica se abre para a região entre Rondônia e Mato Grosso com o avanço das pesquisas na Bacia do Parecis, onde foi identificada uma reserva promissora de petróleo e gás natural.
O interesse pela área voltou à tona após a empresa brasileira Dillianz Petróleo e Gás arrematar um dos blocos da região durante o 5º leilão da Oferta Permanente de Concessão (OPC), promovido pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) no dia 17 de junho deste ano.

O bloco adquirido está localizado entre os municípios de Pimenta Bueno e Colorado do Oeste, em Rondônia, e se estende até o território mato-grossense, próximo ao rio Xingu. A área integra o chamado Cráton Amazônico, que possui formações geológicas semelhantes às das bacias do Amazonas e do Solimões — regiões já reconhecidas pela produção de petróleo e gás no país.

Histórico e potencial da área
Apesar de seu potencial ser reconhecido desde os anos 1990, os primeiros testes realizados pela Petrobras e pelo antigo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) não identificaram petróleo em profundidades rasas. No entanto, novas análises sísmicas indicam que o petróleo pode estar a cerca de 6 mil metros abaixo da superfície, exigindo tecnologia mais avançada para perfuração.
Estudos mais recentes identificaram compostos orgânicos que apontam para a possível existência de óleo e gás natural em larga escala. Esses recursos são considerados estratégicos tanto para o setor energético quanto para a indústria de transformação.
Com a aquisição do bloco, a Dillianz Petróleo e Gás assume o compromisso de investimento exploratório mínimo de R$ 12,091 milhões no ativo. Caso seja confirmada a viabilidade econômica da exploração, a empresa deverá investir na instalação da infraestrutura necessária para iniciar as operações.

Embora ainda não haja uma previsão oficial para o início da exploração, a expectativa é que o projeto gere empregos e estimule o desenvolvimento econômico no sul de Rondônia e no oeste de Mato Grosso.
As próximas etapas envolvem análises mais detalhadas para definir os locais ideais para perfuração dos primeiros poços exploratórios.
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