Onde a riqueza não chega: estado que mais cresce no país tem cidades 90% reféns do caixa do governo

Levantamento da AMM e do TCE-MT mostra que, embora Mato Grosso lidere o PIB agropecuário do país, 25 municípios têm mais de 90% da arrecadação sustentada por repasses federais e estaduais.

Mato Grosso é o estado que mais cresce no Brasil, mas também um dos que mais expõem as contradições do desenvolvimento. Enquanto cidades do médio-norte colhem cifras bilionárias do agronegócio, outras sobrevivem do contracheque do funcionalismo público. A disparidade produtiva entre os municípios é o retrato da desigualdade regional que ainda separa o estado em dois ritmos: o das exportações e o da sobrevivência.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, nos últimos 20 anos, Mato Grosso foi a unidade da federação que mais cresceu, com média anual de 5,2%, superando todas as demais. Em 2023, a economia estadual alcançou R$ 273 bilhões, uma alta de 12,9%, a terceira maior do país, atrás apenas do Acre e de Mato Grosso do Sul, conforme o último levantamento divulgado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, em 2024.

Na composição nacional, o estado passou a responder por 2,5% do Produto Interno Bruto brasileiro, o maior ganho de participação entre todos os estados no período de 2002 a 2023.

15 vezes mais riqueza
em um mesmo estado

A diferença entre o município mais rico e o mais pobre de Mato Grosso revela um abismo produtivo que desafia a ideia de prosperidade igualitária.

R$ 450 mil

🏙️ Campos de Júlio

R$ 30,8 mil

🏚️ Araguainha

A diferença é de aproximadamente 15 vezes entre os extremos da economia mato-grossense.

Fonte: IBGE — PIB dos Municípios (2024) Arte: Primeira Página

Os números escancaram o abismo de renda entre os ‘dois Mato Grossos’. Em Campos de Júlio, o PIB por pessoa ultrapassa R$ 450 mil por habitante, um dos maiores do país. Em Araguainha, o menor município de Mato Grosso, o valor é de R$ 30,8 mil, uma diferença de 15 vezes.

Um levantamento feito pela Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), a pedido do Primeira Página, mostra que a dependência de repasses é a regra entre os pequenos municípios, com base em dados do Radar Receita do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT).

O estudo revelou que as transferências constitucionais, como o Fundo de Participação dos Municípios (FPM), o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), representam mais de 90% da receita total de 25 dos 142 municípios matogrossenses, o que representa quase 18% do estado.

As receitas próprias, formadas pelo Imposto Sobre Serviços (ISS), o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) e o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), não chegam a 10% da arrecadação em nenhum dos casos. Em Araguainha, por exemplo, apenas 1,9% da receita vem de impostos locais; o restante, 98,1%, é garantido por repasses estaduais e federais. O mesmo cenário se repete em Ponte Branca (2%), Reserva do Cabaçal (3%), Santo Afonso (3,5%) e Vale de São Domingos (3,5%).

A média dos municípios analisados indica que, a cada R$ 100 arrecadados, R$ 96 vêm de repasses constitucionais. Já nos polos agrícolas e urbanos, como Sorriso, Rondonópolis e Sinop, há maior autonomia tributária, com destaque para o ISS e o IPTU.

Vista aérea de Araguainha (MT)

Desigualdade tem CEP

Araguainha

O menor município de Mato Grosso é também o mais dependente de repasses públicos: 98% da receita municipal vem de transferências governamentais.

Fonte: AMM

Menor município de Mato Grosso e o mais dependente de repasses em todo o estado, Araguainha, possui estrutura econômica é extremamente limitada e gira quase inteiramente em torno do funcionalismo público. Os dados mostram que apenas 1,9% da receita vem de impostos locais, o menor índice do estado.

A secretária de Cultura e Turismo, Ana Lúcia Matos Marques, descreve o cenário como resultado direto da escassez de oportunidades.“A economia do município vive em torno do funcionalismo público. Temos comércio, pecuária e agora produtores começando a investir na agricultura, mas ainda com oferta muito escassa de trabalho”, explica.

Essa fragilidade estrutural faz com que o município busque alternativas capazes de reduzir a dependência fiscal que atravessa décadas. Para Ana Lúcia, o turismo é hoje a principal chance de diversificação econômica, embora ainda esbarre na falta de planejamento e investimento.

A cidade já mantém certificações no Programa de Regionalização do Turismo e avança em ações culturais que movimentam a economia criativa. Ainda assim, falta infraestrutura básica para transformar potencial em cadeia produtiva. “O turismo é um ponto forte, mas precisamos de apoio federal e estadual para estruturar o setor, fazer inventário turístico, Plano Municipal de Turismo e organizar roteiros”., destaca a secretária.

Da cratera ao futuro: o turismo como chance de virada

O maior símbolo desse potencial é o Domo de Araguainha, maior cratera de impacto da América do Sul e um dos 100 sítios geológicos mais importantes do mundo. Com 40 quilômetros de diâmetro, relevância científica internacional e expectativa de se tornar um parque geológico, o Domo poderia reposicionar economicamente a cidade. Somam-se a ele cachoeiras, paisagens naturais e eventos como o Festival de Praia, que chega a atrair de 8 a 10 mil visitantes em quatro dias.

Para a secretária, esse conjunto é a base de um futuro possível. “Temos potencial enorme, mas precisamos de apoio para organizar e promover o turismo. Só assim conseguimos gerar renda e fazer com que a população seja mais independente”.

A geografia do encolhimento

A dificuldade econômica respinga no mapa demográfico de Araguainha. O menor município de Mato Grosso perdeu nove moradores entre 2022 e 2023 e agora soma apenas 997 habitantes, segundo o IBGE. A cidade, emancipada em 1964 e localizada a 471 quilômetros de Cuiabá, permanece entre as menores do país há três anos, um sinal de que o esvaziamento é contínuo.

Economista Daniel Pucca

Quando a economia não oferece oportunidades, as pessoas deixam de enxergar futuro e vão embora. Primeiro saem os jovens, depois as famílias, e o município entra num processo silencioso de desaparecer do mapa.

Daniel Pucca, economista

Para o economista Daniel Pucca, a retração populacional revela a falta de perspectivas locais. “Quando a economia não oferece oportunidades, as pessoas deixam de enxergar futuro e vão embora. Primeiro saem os jovens, depois as famílias, e o município entra num processo silencioso de desaparecer do mapa”, afirma.

Ele explica que o encolhimento anda junto com a dependência extrema de repasses. “Quando mais de 90% da receita depende do governo, não há como gerar autonomia. Menos população significa menos arrecadação, e o ciclo se repete. Sem políticas regionais fortes, alguns municípios caminham para se tornarem cidades fantasmas”, diz.

Quando o PIB estadual não chega à ponta

9DFAD75B E912 4415 82B1 FE3D22315E5C


Em Ponte Branca, o segundo município mais dependente de repasses públicos de Mato Grosso, quase toda a receita vem de transferências estaduais e federais. Essa dependência é sentida no dia a dia da administração. O prefeito Clayton Parreira (PSD) explica que a arrecadação própria, formada basicamente por IPTU, ISS e taxas municipais, é insuficiente para manter a máquina pública.

Ele conta que qualquer oscilação nas transferências tem reflexo imediato nas contas locais. “Quando os repasses atrasam ou caem, o impacto é sentido primeiro na folha de pagamento e na manutenção dos serviços essenciais, como saúde e educação”, conta. Nessas situações, a prefeitura é obrigada a adiar obras, conter investimentos e priorizar o básico.

Sem grandes empreendimentos instalados, Ponte Branca busca caminhos para ampliar a arrecadação e atrair investimentos. “A gente incentiva a regularização de imóveis, apoia pequenos negócios e busca convênios e emendas parlamentares. É um trabalho de médio a longo prazo, que exige planejamento, criatividade e muito controle de gastos”, diz.

Prefeito Clayton Parreira

Clayton Parreira

Prefeito de Ponte Branca (MT)

Arrecadação própria limitada, baseada em IPTU, ISS e taxas municipais.
Forte dependência de repasses como FPM e ICMS para manter serviços básicos.
Atrasos nos repasses afetam folha, saúde e educação de forma imediata.
Prefeitura tenta ampliar receita com regularização de imóveis, apoio ao comércio e convênios.

Em 2021, o PIB per capita de Ponte Branca foi de apenas R$ 20.481,87, segundo o IBGE, menos de um terço da média estadual e menos da metade da média nacional. No mesmo ano, Mato Grosso registrou R$ 65.426,10 por habitante, o segundo maior PIB per capita do país, atrás apenas do Distrito Federal. Já a média brasileira ficou em R$ 42.247,52.

Para ele, o contraste entre os grandes polos do agronegócio e as cidades pequenas é o retrato mais claro das desigualdades regionais do estado. “As grandes cidades concentram arrecadação e estrutura, enquanto as menores vivem quase que exclusivamente do funcionalismo público e dos repasses. Isso se reflete na infraestrutura, na capacidade de investimento e até no acesso à saúde e à educação”, avalia.

“Prefeitos guerreiros”

No Podcast Política de Primeira, do portal Primeira Página, Leonardo Bortolin, cita a importância da Reforma Tributária para os municípios menores

O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Leonardo Bortolin, afirmou que a nova sistemática de arrecadação aprovada na reforma tributária não considera as particularidades econômicas e territoriais de estados como Mato Grosso e pode piorar ainda mais a situação.

Segundo ele, a mudança que transfere a cobrança dos tributos do local de origem para o local de consumo tende a penalizar regiões produtoras e com baixa densidade populacional. “Vejo esse cenário com muita preocupação, porque nós vamos ter uma diminuição no poder de investimento do estado e dos municípios. Mato Grosso é um estado de extensão continental, com baixa população e, consequentemente, baixo consumo. Todo o esforço feito para atrair indústrias e grandes investidores poderá se perder”, pontua.

“Os prefeitos são verdadeiros guerreiros. É claro que ser prefeito hoje é difícil em qualquer lugar, mas nas menores é ainda mais desafiador, porque falta infraestrutura, logística e dinheiro para investir”.
Leonardo Bortolin, presidente da AMM

Bortolin acrescentou que menos de 30 municípios mato-grossenses possuem arrecadação própria suficiente para realizar investimentos, enquanto mais de 100 dependem quase exclusivamente dos repasses constitucionais.

Segundo o presidente da AMM, o contraste tem endereço certo: “Nós temos regiões muito ricas, como o eixo da BR-163, o médio-norte, o norte e o Vale do Arinos, com forte presença da agricultura e da agroindústria. Quando você pega Primavera do Leste, praticamente 100% da produção de milho é industrializada dentro do próprio município”, afirma.

Mas há outras regiões, como o oeste e o noroeste, onde o avanço é travado por desafios logísticos e estruturais. “Você imagina um município como Cotriguaçu, que tem distrito a 120 quilômetros da sede e cerca de duas mil pontes de madeira”, exemplifica.

Municípios criados sem viabilidade econômica

Uma parte da raiz desse desequilíbrio vem da própria formação municipal de Mato Grosso. De acordo com o economista Emanuel Daubian, boa parte dos municípios mato-grossenses nasceu não por necessidades econômicas, mas por disputas políticas de oligarquias.

“No passado não muito distante, a criação de municípios tinha mais a ver com disputas políticas do que com critérios econômicos. Quando um grupo político perdia a eleição, muitas vezes tentava dividir o município para continuar mandando”, explica.

Segundo Daubian, a legislação permissiva da época permitiu emancipações sem qualquer estudo sobre viabilidade econômica, logística ou potencial produtivo. “Temos, hoje, uma quantidade grande de municípios que não têm base econômica capaz de sustentar o poder público. Vivem de repasses constitucionais”, diz.

Finanças municipais

Municípios mais dependentes de transferências públicas em MT

Em 25 cidades, mais de 90% da arrecadação vem de repasses constitucionais como FPM, ICMS e IPVA.

🏙️ Município 💸 Dependência
Araguainha98,01%
Ponte Branca97,94%
Reserva do Cabaçal96,90%
Serra Nova Dourada96,86%
Novo Horizonte do Norte96,85%
Vale de São Domingos96,50%
Santo Afonso96,46%
Indiavaí96,40%
Luciara95,78%
Salto do Céu95,73%
Ribeirãozinho95,53%
São José do Povo95,35%
Figueirópolis D’Oeste94,84%
Novo Santo Antônio94,74%
Curvelândia94,72%
Porto Estrela94,60%
Alto Paraguai94,58%
Nova Brasilândia94,44%
Alto Boa Vista94,18%
Conquista D’Oeste93,68%
Glória D’Oeste93,54%
União do Sul92,92%
Santo Antônio do Leste92,54%
Denise92,24%
Nova Santa Helena91,72%
Fonte: AMM / Radar Receita TCE-MT (2024) Arte: Primeira Página

Por que a produção se concentra em poucos municípios?

Daubian explica que o desenvolvimento segue os fatores clássicos da economia regional: solo fértil, logística e encadeamento produtivo. “A produção se concentra onde há solo propício, infraestrutura para escoamento e recursos naturais favoráveis. Municípios com rodovias pavimentadas ou ferrovia atraem mais produção”, afirma.

É o caso de Sorriso, Sinop, Lucas do Rio Verde e Nova Mutum, cidades ocupadas por migrantes do Sul nas décadas de 1980 e 1990. Ali, a combinação de solo fértil e logística impulsionou um ciclo de expansão agrícola que se retroalimenta e gera riqueza.

Bilhões de um lado, contracheques do outro

Um levantamento divulgado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária em outubro de 2024 mostra como o mapa do agronegócio brasileiro tem em Mato Grosso o seu epicentro.

Com base na pesquisa anual do IBGE sobre Produção Agrícola Municipal, o estudo revela que 36 dos 100 municípios mais ricos do campo estão em território mato-grossense. Juntos, esses municípios somam quase um terço de toda a riqueza agrícola do país.

PIB DE MATO GROSSO EM ALTA

MT deve crescer 6,6% em 2025 — três vezes mais que a média nacional (2,2%).

Crescimento acumulado de 154,7% nas últimas duas décadas — o maior do país.

Mato Grosso
6,6%
Centro-Oeste
3,1%
Brasil
2,2%

Fonte: IBGE / Conab — Arte: Primeira Página


À frente do ranking aparece Sorriso, com R$ 8,3 bilhões em valor de produção, seguido por Sapezal (R$ 7,5 bilhões), Campo Novo do Parecis (R$ 7,1 bilhões) e Diamantino (R$ 5,9 bilhões).

Para o economista Daniel Pucca, o avanço desses polos agrícolas ajuda a explicar o movimento migratório em direção ao médio-norte do estado. “A economia é uma ciência humana das expectativas. As pessoas buscam oportunidades onde acreditam que poderão prosperar. Quando uma região se consolida como referência econômica, ela passa a atrair famílias, investimentos e serviços, como descreve a ‘teoria dos polos’, do economista François Perroux”, analisa.

Segundo ele, a expansão do agronegócio nessas cidades criou um ambiente capaz de gerar renda em vários níveis. “A agricultura impulsiona a chegada de escolas, hospitais, comércio, transporte e serviços especializados. Isso abre espaço para empregos de baixa, média e alta renda, criando um dinamismo que atrai cada vez mais moradores”, explica.

Esses quatro municípios sozinhos respondem por quase 10% de tudo o que o Brasil colhe, impulsionados principalmente por soja, milho e algodão, cultivos que transformaram a paisagem do Cerrado em um dos polos agrícolas mais potentes do planeta.

De onde vem o dinheiro do município

O orçamento municipal é composto por dois pilares: o que a prefeitura arrecada por conta própria e o que recebe de repasses federais e estaduais.

Receitas próprias

Arrecadação feita diretamente pelo município, paga por moradores e empresas:

  • IPTU — imposto sobre imóveis urbanos
  • ISS — imposto sobre serviços
  • ITBI — imposto sobre compra e venda de imóveis
  • Taxas e contribuições municipais

Em municípios com economia fraca, poucos serviços e imóveis de baixo valor, essa arrecadação costuma representar apenas uma fatia pequena do orçamento geral.

Receitas transferidas

Repasses enviados pelos governos federal e estadual:

  • FPM — Fundo de Participação dos Municípios
  • ICMS — parcela do imposto estadual
  • Fundeb — financiamento da educação básica
  • SUS — custeio da saúde pública
  • Convênios, programas e emendas parlamentares

Nas cidades pequenas, é essa verba que viabiliza folha salarial, transporte escolar, merenda, saúde e serviços urbanos essenciais.

Quando esses repasses atrasam ou caem, a prefeitura enfrenta dificuldade para manter em dia salários, atendimento na saúde, limpeza urbana e outros serviços básicos que afetam diretamente a população.

A outra face

Segundo dados do Censo Demográfico 2022, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, mais de 75% dos domicílios do estado vivem com renda per capita de até dois salários mínimos. Na outra ponta, apenas 4,41% têm rendimento superior a cinco salários mínimos, enquanto 2,77% não possuem qualquer fonte declarada de renda. O contraste reforça que o salto do Produto Interno Bruto não se converte, de forma homogênea, em bem-estar ou oportunidades para a população.

O presidente da AMM resume o contraste. “É um estado rico, mas de municípios pobres. A riqueza se concentra em poucas cidades e o restante vive de repasses”.

ponte madeira sinfra mt
Leonardo Bortolin comparou municípios autônomos financeiramente e comparou com Cotriguaçu, que, segundo ele, ainda tem 2 mil pontes de madeira – Foto: Sinfra-MT

Bortolin citou, como exemplo, Cotriguaçu, onde, segundo ele, ainda há cerca de duas mil pontes de madeira. “Nós temos regiões muito ricas, como o eixo da 163, o médio-norte, o norte e o Vale do Arinos, que têm aptidão para agricultura e agroindústria. Quando você pega a região de Primavera, praticamente 100% da produção de milho é industrializada dentro do município, na sua cadeia completa. Agora, nós temos regiões como o oeste e o noroeste, com muitos desafios. Você imagina um município como Cotriguaçu, que tem distrito a 120 quilômetros da sede e cerca de duas mil pontes de madeira”, afirma.

Mato Grosso ainda deve liderar o crescimento econômico do Brasil em 2025, com uma projeção de alta de 6,6% no PIB, desempenho três vezes superior à média nacional, estimada em 2,2%, segundo o mais recente boletim de Assessoramento Econômico do Banco do Brasil. Veja abaixo:

📈 Projeções do PIB em 2025: destaque absoluto para MT

Estado deve crescer três vezes mais que a média nacional. Veja como fica o ranking:

MT
6,6%
MS
5,0%
GO
3,7%
PA
3,6%
PR
3,4%
BRASIL
2,2%
SP
1,5%
RS
0,6%
Fonte: Banco do Brasil — Assessoramento Econômico (set/2025)

Leia mais

  1. Logística de MT ainda é um grande desafio para o agro

  2. Podcast aborda gargalos que afetam a competitividade do agro de MT

  3. Empregos no agro tem exigido cada vez mais qualificação

  4. Startup usa abelhas sem ferrão para elevar produção no campo

  5. Mato Grosso vai à China em busca de novos negócios

Comentários (1)

  • mr bean

    ainda bem que tem esse municípios, há 70 anos atrás mato grosso era um estado de índios, macacos e tatu bola, imagina se não tivesse descoberto essas riquezas

Leia também em Economia!

  1. Lista traz veículos multados após período teste de radares; consulte

    Lista divulgada no Diário Oficial de Campo Grande traz a relação dos...

  2. Com 20% de inadimplência, Sefaz inicia ofensiva contra IPVA não pago. - Foto: Luiz Leite/Sefaz-MT.

    Sefaz notifica inadimplentes e alerta para bloqueio de veículos por IPVA atrasado

    IPVA atrasado vira alvo de notificação e risco de bloqueio em Mato...

  3. Sicoob Unique BR lidera ranking nacional em Educação Cooperativista

    Cooperativa recebeu reconhecimento do Sistema Sicoob pela atuação na Semana do Cooperativismo...

  4. Grupo usava rede de empresas para sonegar e tem R$ 79 milhões bloqueados. - Foto: PJCMT.

    Grupo do setor de combustíveis tem R$ 78,9 milhões bloqueados em operação

    Empresa do setor de combustíveis é alvo de bloqueio de R$ 78,9...

  5. A prefeita Flávia Moretti pediu a instalação de uma Mesa Técnica no Tribunal de Cotas de Mato Grosso. - Foto: André Luís

    Obra parada desde 2016 ameaça R$ 100 milhões, e VG aciona TCE para solução urgente

    9. VG aciona TCE para evitar colapso financeiro e ambiental causado por...

  6. Foto da fachada do prédio administração central do INSS. (Foto: Divulgação/INSS)

    Auxílio-doença: INSS amplia prazo sem necessidade de perícia

    O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) prorrogou o prazo máximo de...