Iphan abre inscrições para prêmio nacional de preservação arqueológica

Interessados podem se inscrever no prêmio gratuitamente até 25 de agosto

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) abriu nesta sexta-feira (19) as inscrições para a 14ª edição do Prêmio Luiz de Castro Faria. A premiação busca reconhecer e valorizar pesquisas, projetos e ações voltados à preservação do patrimônio arqueológico brasileiro.

Fachada do Iphan (Foto: Mariana Alves/Iphan) - prêmio
Fachada do Iphan (Foto: Mariana Alves/Iphan)

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pela internet, por meio da ficha que será disponibilizada no portal do Iphan. O prazo para se inscrever fica aberto até às 23h59 do dia 25 de agosto de 2026, no horário de Brasília.

O prêmio foi criado em 2013, coordenado pelo Centro Nacional de Arqueologia (CNA) e procura destacar produções técnico-científicas e iniciativas consideradas relevantes para a preservação do patrimônio arqueológico no país. 

De acordo com o Iphan, a proposta é dar visibilidade a trabalhos que se destacam pela originalidade, relevância ou caráter exemplar.

Pinturas rupestres em sítio arqueológico - prêmio iphan
Pinturas rupestres no sítio arqueológico Santa Elina. (Foto: Reprodução)

A premiação inclui pesquisas acadêmicas desenvolvidas em diferentes níveis de formação, incluindo monografias de graduação, dissertações de mestrado, teses de doutorado e artigos científicos relacionados à preservação do patrimônio arqueológico brasileiro.

Quem foi Luiz de Castro Faria, nome do prêmio?

O prêmio homenageia o museólogo e antropólogo Luiz de Castro Faria, considerado uma referência da arqueologia e da antropologia no Brasil.

Ele atuou no Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e contribuiu para a formação de vários profissionais da área. Também participou de estudos e ações de preservação de grutas naturais e sambaquis em diferentes regiões do litoral brasileiro.

Segundo o Iphan, ele teve papel importante na construção de políticas públicas voltadas à proteção do patrimônio arqueológico. 

Ele participou da elaboração do anteprojeto que deu origem à Lei nº 3.924/1961, responsável por estabelecer a proteção dos monumentos arqueológicos e pré-históricos no país.

Mais informações e inscrições estão disponíveis no portal do Iphan.

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