Professores de Matemática, Português e coordenadores terão até 17º salário em MT
As novas regras da gratificação devem ser publicadas no Diário Oficial nos próximos dias.
O governo de Mato Grosso anunciou a ampliação da Gratificação por Resultado (GR) para professores de Matemática, Língua Portuguesa e coordenadores de ensino que atuam nas turmas do 2º, 5º e 9º anos do Ensino Fundamental e do 3º ano do Ensino Médio que participam das provas do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).
Com a medida, esses profissionais poderão receber até 16º e 17º salários, conforme o desempenho obtido nas avaliações, superando o limite anterior de 14º e 15º salários.

O anúncio foi feito pelo governador Mauro Mendes nesta terça-feira (05) durante o I Encontro dos Coordenadores, em Chapada dos Guimarães. As novas regras da gratificação devem ser publicadas no Diário Oficial nos próximos dias.
O gestor estadual destacou que o benefício é uma forma de valorizar o mérito dos educadores: “Quem faz mais, ganha mais. Essa premiação reconhece os profissionais que ajudam a melhorar os indicadores e contribuem para a formação de alunos mais preparados para o mercado de trabalho.”
O governador ressaltou ainda a evolução da educação em Mato Grosso, que saltou da 22ª para a 8ª colocação entre os estados brasileiros desde 2019. “Nossa meta é estar entre as cinco melhores até o fim do ano, investindo em tecnologia, formação, material didático e infraestrutura escolar.”
O vice-governador Otaviano Pivetta afirmou que os avanços foram possíveis graças à gestão responsável dos recursos públicos. “Estamos levando para a rede pública o que há de melhor, com escolas modernas, materiais de qualidade e equipamentos tecnológicos que motivam alunos e professores.”
Para o secretário estadual de Educação, Alan Porto, a ampliação da gratificação fortalece o compromisso com a qualidade do ensino. “Esse incentivo vai manter os profissionais motivados e engajados, criando um ambiente propício para a aprendizagem e a permanência dos estudantes na escola.”
O evento contou com a presença do secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia.
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Comentários (1)
Nossa, isso não é só direito é dever de todos, município, estado, nação,e a justificativa:quem trabalha mais, ganha mais é um absurdo, professores trabalham muito,cuidam da casa,da família,precisa preparar aulas, corrigir cadernos , provas, cuidar da saúde mental,deles e dos alunos, é pouco? não, então é preciso revisar essa fala dos envolvidos na educação, afinal se tem profissão privilegiada por causa dos professores, que seguraram nas mãos das crianças, que não são alfabetizados ,precisam de todos os aparatos para aprender a ler e escrever,e os professores formam todas as profissões