Mato Grosso tem a segunda menor taxa de desocupação, segundo Pnad
Rondônia é o estado com a menor taxa de desocupação (2,4%), depois vem Mato Grosso (3%) e, na terceira colocação, Santa Catarina, com 3,5%.
De acordo dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), Mato Grosso tem a segunda menor taxa de desocupação do país. O índice é de 3% e o estado fica atrás somente de Rondônia. O resultado do levantamento foi divulgado nesta terça-feira (15), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Segundo o IBGE, o ranking de empregabilidade ficou assim: Rondônia é o estado com a menor taxa de desocupação (2,4%), depois vem Mato Grosso (3%) e, na terceira colocação, Santa Catarina, com 3,5%. Já os estados de Pernambuco, Bahia e Amapá tiveram as maiores taxas, com 14,2%, 13,4% e 12,4%, respectivamente.
Dados nacionais
A taxa de desocupação por sexo foi de 6,9% para os homens e 9,6% para as mulheres no segundo trimestre de 2023, no Brasil. Já a taxa de desocupação por cor ou raça ficou abaixo da média nacional (8,0%) para os brancos (6,3%) e acima para os pretos (10,0%) e pardos (9,3%).
A taxa de desocupação para as pessoas com ensino médio incompleto (13,6%) foi maior que as taxas dos demais níveis de instrução analisados.
Para as pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi de 8,3%, mais que o dobro da verificada para o nível superior completo (3,8%).
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Subutilizados e desalentados
No segundo trimestre de 2023, a taxa composta de subutilização da força de trabalho (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação à força de trabalho ampliada) foi de 17,8%. O Piauí (39,7%) teve a maior taxa, seguido por Sergipe (31,1%) e Bahia (30,9%). As menores taxas de subutilização ficaram com Rondônia (6,3%), Santa Catarina (6,3%), e Mato Grosso (7,6%).
O número de desalentados no segundo trimestre de 2023 foi de 3,7 milhões de pessoas. O maior número estava no Nordeste (2,3 milhões de desalentados).
O percentual de desalentados (frente à população na força de trabalho ou desalentada) no segundo trimestre de 2023 foi de 3,3%.
O percentual de empregados com carteira assinada no setor privado foi de 73,7%. O Nordeste (59,1%) e o Norte (58,4%) registraram patamares inferiores aos das demais regiões.
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