Eleição na Federação Mato-grossense de Futebol é suspensa novamente
A medida foi provocada por um pedido da Chapa Progresso no Futebol, encabeçada por Aron Dresch, que contestou a republicação do edital do pleito pela Comissão Eleitoral da entidade.
O processo eleitoral da Federação Mato-grossense de Futebol (FMF) foi mais uma vez suspenso após uma nova liminar concedida pela Câmara Brasileira de Mediação e Arbitragem (CBMA). A decisão foi divulgada nessa terça-feira (8).
A medida foi provocada por um pedido da Chapa Progresso no Futebol, encabeçada por Aron Dresch, que contestou a republicação do edital do pleito pela Comissão Eleitoral da entidade.
A Comissão havia decidido republicar o edital no dia 25 de junho, após retomar suas atribuições com a extinção de um processo que tramitava na Justiça Comum. O novo edital estabelecia um calendário atualizado para registro de chapas, análise, impugnações e homologações, com base no estatuto da própria federação.

Segundo o interventor nomeado pela CBF, Luciano Hocsman, a republicação foi necessária devido ao tempo decorrido durante a intervenção judicial e às dificuldades operacionais enfrentadas anteriormente, que comprometeram os prazos estipulados no primeiro edital. Hocsman destacou que a decisão foi tomada de forma transparente e em conformidade com o estatuto da FMF.
A Comissão Eleitoral também justificou que a atualização do cronograma considerou a estrutura administrativa da entidade e a disponibilidade dos membros responsáveis por conduzir o processo eleitoral.

O impasse
A eleição da Federação estava inicialmente marcada para 3 de maio, mas foi suspensa por decisão judicial após denúncias de irregularidades e questionamentos sobre a elegibilidade de candidatos.
Na ocasião, a juíza Ana Cristina Silva Mendes, da Quarta Vara Cível de Cuiabá, reforçou indícios de irregularidades e advertiu sobre tentativas de desrespeitar ordens judiciais.
Ela também determinou a intimação pessoal de Aron Dresch, proibindo sua interferência no processo, sob pena de multa diária de R$ 10 mil e outras sanções civis, administrativas e penais.
Desde então, o processo enfrenta uma série de reviravoltas, com tentativas de destituição da Comissão Eleitoral e disputas acirradas entre as chapas concorrentes.
Com o fim do mandato de Aron Dresch em 26 de maio de 2025 e sem a realização de nova eleição, a Justiça de Mato Grosso nomeou o advogado Thiago Barros como administrador provisório da entidade.
No entanto, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) contestou a decisão, alegando que a nomeação judicial violava as regras da FIFA e do Estatuto do Futebol, que proíbem a interferência externa nas entidades esportivas.
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