Peru, Chester ou Fiesta? Saiba a diferença e qual ave escolher para a ceia

Embora sejam parecidos no preparo, aves têm origens e características distintas

Dezembro chegou e muitos brasileiros já estão ansiosos para as ceias de Natal e Ano Novo. Na mesa, não podem faltar saladas coloridas, farofas crocantes e, claro, o tradicional arroz acompanhado de peru, Chester ou Fiesta. Mas você já parou para pensar qual é a diferença entre essas aves tão presentes nas festas de fim de ano?

Chester, Fiesta ou Peru
Chester (Foto: Divulgação/ BRF)

Embora sejam parecidos no preparo e na forma de apresentação, Chester, Fiesta e peru têm origens e características distintas.

O peru

O peru passou a ser explorado comercialmente por ter uma proporção muito maior de carne em comparação às galinhas comuns.

Os perus inteiros encontrados nas prateleiras são sempre fêmeas abatidas com cerca de 70 dias, pesando em média quatro quilos.

Elas são criadas especificamente para serem comercializadas já prontas para assar, com alto rendimento de carne.

Chester x Fiesta

O Chester, na verdade, é uma marca registrada, e não uma espécie de ave. Ele surgiu no Brasil na década de 1980, fruto de uma combinação genética desenvolvida a partir de um frango trazido da Escócia. Pouco tempo depois, passou a ser vendido como um concorrente direto do peru nas ceias natalinas.

O tempo de criação é maior que o do frango comum: o Chester é abatido com cerca de 50 dias, aproximadamente 20 dias a mais do que um frango tradicional.

Ele recebe uma dieta balanceada, com vitaminas e minerais específicos, o que contribui para o desenvolvimento de peito maior e carne mais abundante. Sua carne é macia e costuma ter sabor mais intenso do que a do frango convencional.

Já o Fiesta também é resultado de seleção e melhoramento genético. Assim como o Chester, ele é um frango especial produzido para ser maior e mais carnoso.

A diferença está nas linhagens genéticas e no processo de criação, que variam conforme a empresa responsável.

O Fiesta não é utilizado para reprodução: todos os anos, as granjas precisam reiniciar o processo de seleção genética para produzir as aves.

Além do Chester e do Fiesta, outras marcas também oferecem aves próprias para as festas, como as linhas Supreme e Blesser, que seguem o mesmo conceito: frangos selecionados para ter mais carne, textura macia e sabor mais marcante.

A principal diferença entre todas essas aves está no “segredo” das combinações genéticas utilizadas por cada empresa e nos cuidados durante a criação, fatores que resultam nos chamados superfrangos, feitos para brilhar nas ceias de fim de ano.

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