Assista ao resumo do 3º dia da expedição de teste da Rota Bioceânica

Terceiro dia da expedição da Rila teve alguns perrengues; o comboio saiu de Campo Grande rumo ao litoral do Chile, passando por Paraguai e Argentina

Não faltaram emoções no terceiro dia de expedição de teste da Rila (Rota da Integração Latino-Americana), neste domingo (26). O percurso foi feito em estrada de chão, e por causa da chuva, nem tudo foram flores.

Confira como foi o terceiro dia de expedição (Reportagem: Fernando da Mata)

Depois de 85 quilômetros de muita lama, buraco e poeira, a caminhonete da UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul) atolou perto da fronteira com a Argentina. Só conseguiu sair do atoleiro puxada com corda e cabo de aço.

“A gente tem que passar não só na tranquilidade. A gente sai da vida urbana, as aventuras acontecem. E a Rota traz os desafios também. Pra isso que nós estamos aqui pra estudar as dificuldades”, explicou Fábio Aires, professor da UEMS e quem comandava o veículo.

Apenas 15 quilômetros depois, outro lamaçal. As caminhonetes passavam uma de cada vez, com dificuldade. Até que uma deslizou demais.

“Entrei com ela bloqueada, escorregou, dei uma aceleradinha, rodou e foi”, contou Lucio Lagemann, assessor especial da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação).

Não teve jeito, a caminhonete dirigida pelo Lucio teve que ser rebocada de ré pra sair do atoleiro.

Ao todo, foram 110 quilômetros de estrada de chão até Pozo Hondo, na fronteira do Paraguai com a Argentina. Sim, a gente sabia que enfrentaria isso! Mas as péssimas condições da estrada que saía de Mariscal Estigarribia fizeram a expedição mudar e alongar o roteiro.

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  4. Primeira Página embarca na expedição de teste da Rota Bioceânica

Depois de 227 km de asfalto passando por La Patria e Infante Rivarola, encontramos a tão temida estrada de chão, que, como a gente viu no início da reportagem, acabou nos proporcionando um verdadeiro rally da Rota Bioceânica. Foram quatro horas e meia para vencer o perrengue da estrada de chão. Um outro desafio foi o calor.

Pra sair do Paraguai, tivemos que parar na Aduana pra dar baixa no Permiso ou no passaporte. Depois disso, cruzamos a fronteira com a Argentina pela ponte sobre o rio Pilcomayo e paramos na imigração pra registrar a entrada no país.

Feito esse trâmite, voltamos pra estrada com destino a San Salvador de Jujuy.

Ainda tem muita estrada pela frente, continue acompanhando os detalhes no Primeira Página.

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