MT abre licitação para ponte sobre o Córrego do Moinho após 4 meses de interdição
Edital foi publicado nesta quarta-feira (28) e prevê investimento de R$ 4,9 milhões para reconstrução da estrutura.
O Governo de Mato Grosso publicou nesta quarta-feira (28) o edital de licitação para a reconstrução da ponte sobre o Córrego do Moinho, em Cuiabá. A estrutura está interditada desde agosto do ano passado, após a constatação de falhas estruturais que colocam em risco a segurança de moradores e motoristas.

O processo licitatório será conduzido pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT). As empresas interessadas têm até o dia 9 de fevereiro para apresentar propostas, exclusivamente por meio do Sistema de Aquisições Governamentais (Siag). O valor estimado da obra é de R$ 4,9 milhões.
Ponte liga bairros e atende milhares de moradores
A ponte está localizada na Rua 1, via municipal que conecta os bairros Jardim Imperial, Recanto dos Pássaros, Residencial Itamaraty e Planalto, além de servir como ligação entre a Avenida das Torres e a região da Morada da Serra. Após receber pavimentação asfáltica do Governo do Estado, o trecho passou a concentrar fluxo intenso de veículos.
localização da ponte
De acordo com o edital, a nova ponte terá 30 metros de comprimento e 12,8 metros de largura, com estrutura de concreto projetada para atender a demanda crescente de tráfego na região.
Estrutura antiga será demolida
Para a execução da obra, a ponte atual será demolida e substituída integralmente por uma nova estrutura. O projeto de engenharia foi elaborado pela Prefeitura de Cuiabá e posteriormente doado ao Governo do Estado, que assumiu a responsabilidade pela execução.
imagens mostram estrutura deteriorada da ponte
Emergência foi decretada após laudos técnicos
A interdição ocorreu após vistorias da Defesa Civil e da Secretaria Municipal de Infraestrutura apontarem desgaste nas bases da ponte e afundamento irregular do solo. Diante do risco de colapso, a Prefeitura de Cuiabá decretou situação de emergência, destacando que cerca de 20 mil moradores poderiam ser impactados.
Desde então, a via permanece totalmente interditada, com sinalização e fiscalização contínua para evitar acidentes, enquanto rotas alternativas passaram por intervenções emergenciais.