Cliente consegue suspender parcelas após clínica de depilação fechar
A consumidora havia fechado contrato de R$ 898,20 com a empresa em Campo Grande
Uma moradora de Campo Grande que contratou um pacote de depilação a laser conseguiu na Justiça suspender as cobranças no cartão de crédito depois que a clínica fechou as portas antes de concluir o serviço. A consumidora havia fechado contrato de R$ 898,20 com a empresa Laser Fast Depilação Ltda., parcelado em 18 vezes de R$ 49,90.

Conforme divulgado pela Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul, no entanto, ela só conseguiu realizar cinco das dez sessões previstas. Ao tentar remarcar o procedimento, descobriu que a unidade havia encerrado suas atividades na capital.
Com apoio da defensoria, a cliente entrou com pedido para não pagar pelas sessões que não foram realizadas. O juiz responsável pelo caso concordou e determinou a suspensão imediata das nove parcelas que ainda seriam cobradas.
A decisão também determinou que a intermediadora de pagamentos fosse comunicada para garantir a interrupção das cobranças no cartão de crédito.
Segundo a defensora Lídia Helena da Silva, o fechamento da unidade representou “uma falha grave na prestação do serviço”, o que justificou a devolução dos valores.
A Justiça ainda lembrou que a empresa Laser Fast já é alvo de uma ação coletiva em andamento, que determinou a suspensão de suas atividades e a ampla comunicação a consumidores e consumidoras sobre o encerramento da clínica.
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