Duas empresas são notificadas pela Justiça para que deixem de cometer assédio eleitoral
O juiz do trabalho Mauro Roberto Vaz Curvo atendeu ao pedido feito pelo MPT (Ministério Público do Trabalho) e determinou tutela provisória de urgência para que uma empresa do ramo de agropecuária e outra de gestão de logística, da cidade de Campo Novo do Parecis, a 397 Km de Cuiabá, parem de cometer assédio eleitoral.

Nas decisões publicadas nesta sexta-feira (28), o magistrado ainda determina que a empresa não permita que terceiros pressionem ou induzam trabalhadores a votarem em qualquer um dos candidatos da eleição presidencial.
A Justiça determina que seja defendido nos quadros de avisos físicos e virtuais das empresas e nas redes sociais, aplicativos de mensagens e e-mails da empresa, a liberdade de escolha do candidato pelos seus trabalhadores.
De acordo com a denúncia, as empresas têm tomados medidas para interferir na escolha política de seus trabalhadores, mediante a prática de assédio moral.
Leia mais
-
Polícia faz busca e apreensão contra suspeito de gravar voto para presidente
-
Cigarreiro é preso pelo Garras em entreposto de contrabando na Capital
-
Posto tem bicos de bombas lacrados e ficará fechado por 10 dias
-
Crianças encontram cadáver de homem morto após supostamente ter furtado celular
-
Cachorro cai em poço e é resgatado pelos bombeiros em Cuiabá
-
Tempo fecha na capital e confirma chuva com ventania
“Operou-se, assim, influência e pressão ilícitas, por parte do empregador, a respeito da escolha a realizar-se no segundo turno das eleições presidenciais, com o propósito de obter o engajamento subjetivo dos trabalhadores a determinado projeto ideológico e, consequentemente, obter influência ilícita no direito de escolha materializado pelo voto”, diz trecho dos processos.
As empresas deverão cumprir as determinações em um prazo de 24 horas após intimadas, sob pena de multa de R$ 20 mil por obrigação descumprida, acrescida de R$ 10 mil por trabalhador prejudicado.
Mais lidas - 1 Prefeitura ignora concurso na Saúde e renova contrato com terceirizada, diz MP
- 2 TJMT anula suspensão de descontos consignados do salário de servidores
- 3 Professora agredida por aluno recebe indenização de R$ 20 mil
- 4 Carnaval: Judiciário de MS entra em plantão e suspende prazos
- 5 Investigador vira réu por estupro de detenta em delegacia em Sorriso
- 1 Prefeitura ignora concurso na Saúde e renova contrato com terceirizada, diz MP
- 2 TJMT anula suspensão de descontos consignados do salário de servidores
- 3 Professora agredida por aluno recebe indenização de R$ 20 mil
- 4 Carnaval: Judiciário de MS entra em plantão e suspende prazos
- 5 Investigador vira réu por estupro de detenta em delegacia em Sorriso




