Ex-militar que matou esposa asfixiada é julgado nesta sexta
investigações apontaram que ela foi morta estrangulada e o seu corpo jogado às margens da BR-060, em Campo Grande; crime aconteceu em fevereiro deste ano
Começou na manhã desta sexta-feira (25), o julgamento do ex-militar, Tamerson Ribeiro Lima de Souza, acusado de matar a esposa, Natalin Nara Garcia de Freitas Maia. As investigações apontaram que ela foi morta estrangulada e o seu corpo jogado às margens da BR-060, em Campo Grande. Crime aconteceu em fevereiro deste ano.

Tamerson vai à júri, após a acusação pedir em setembro, o adiamento do julgamento, por falta de perícia do notebook dele.
O Julgamento começou por volta das 8 horas da manhã. Duas testemunhas, de defesa e acusação chegaram a ser ouvidas pelo juiz e jurados.
O ex-militar admitiu ter matado Natalin e disse estar arrependido e que não tinha a intenção de praticar o crime.
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Tamerson foi denunciado por homicídio triplamente qualificado por motivo torpe, asfixia e feminicidio, além de ocultação de cadáver.
O réu contou em depoimento que teria sido agredido pela vítima, após ela chegar depois do horário, drogada e embriada onde eles moravam.
Ele tentou segurá-la e aplicou um golpe, conhecido como mata-leão, em seguida ela acabou desmaiando e o seu corpo colocado no porta-malas do carro.
No dia seguinte Tamerson levou a filha na escola, com a vítima morta dentro do veículo e depois se desfez do corpo dela na rodovia.
Relacionamento
O réu contou que conheceu a esposa em 2017, na internet, através de um site de relacionamento. Após alguns encontros, eles teriam optado por morar juntos.
O relacionamento durou 4 anos e segundo ele no começo tudo ia bem, porém depois de seis meses as brigas entre ambos se intensificaram com agressões, por parte dela.
Ainda durante depoimento, ele contou que amava a vítima e ainda registrou a filha dela com outro homem, como sua.
O julgamento deve continuar durante a tarde de hoje, onde defesa e promotoria devem apresentar versões sobre o caso.
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