Justiça aceita denúncia contra advogado acusado de atropelar idosa duas vezes em Várzea Grande
Ilmis Dalmis Mendes da Conceição, de 72 anos, foi atropelada e morta no dia 20 de janeiro, em um trecho da Avenida da FEB,
A Justiça aceitou, nessa terça-feira (16), uma denúncia e tornou réu o advogado Paulo Roberto Gomes, que passa a responder à acusação de atropelar e matar Ilmis Dalmis Mendes da Conceição, de 72 anos, no dia 20 de janeiro, em um trecho da Avenida da FEB, em Várzea Grande.
Ilmes foi atropelada duas vezes e teve o corpo desmembrado devido à alta velocidade com que Paulo Roberto conduzia um carro trafegando sentido à região do “Zero KM”. Ao portal Primeira Página, o advogado Glauco Ferreira, que defende Paulo Roberto, disse que ele não teve a intenção de matar, alegando que foi uma “lamentável fatalidade”.

Ao receber a denúncia, o juiz da 1ª Vara Criminal de Várzea Grande, Juliano Hermont Hermes da Silva, considerou que existe “material probatório mínimo” para aceitar a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e tornar o até então inquérito policial em processo na justiça.
O andamento do caso a partir de agora
Com o recebimento da denúncia nesta semana, a defesa de Paulo Roberto terá 10 dias para apresentar sua versão dos fatos, juntar documentos, indicar provas que contestem a versão do Ministério Público e apontar testemunhas que podem ser ouvidas.

Após essa etapa, o Ministério Público terá cinco dias para se manifestar sobre as alegações apresentadas pela defesa de Paulo Roberto. A partir de então, a Justiça divulgará novos prazos para o andamento do processo.
O caso
Ilmes foi atropelada no dia 20 de janeiro na Avenida da FEB quando tentou atravessar a via movimentada. Câmeras de segurança flagram o exato momento em que ela é atingida pelo carro conduzido pelo advogado Paulo Roberto. Ela morreu na hora.
Em depoimento ao delegado da Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran), Christian Cabral, Paulo Roberto afirmou que Ilmes bateu no carro dele. As imagens mostram que ele nem chegou a reduzir a velocidade ou tentar desviar da idosa.
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Comentários (1)
QUE TAL PRENDER O ADVOGADO JUNTO?POIS ATROPELOU DUAS VEZES CERTAMENTE O ADVOGADO ESTAVA JUNTO E NÃO VIU?NADA DE FUGIR DA CONDENAÇÃO E VALE PARA AMBOS