Justiça converte em preventiva prisão de ex-PM pela morte de advogada em Cuiabá

Em audiência de custódia na tarde desta segunda-feira (14), a juíza da 6° Vara Criminal de Cuiabá, Suzana Guimarães Ribeiro, converteu a prisão em flagrante de Almir Monteiro dos Reis, de 49 anos, em prisão preventiva

Em audiência de custódia na tarde desta segunda-feira (14), a juíza da 6° Vara Criminal de Cuiabá, Suzana Guimarães Ribeiro, converteu a prisão em flagrante de Almir Monteiro dos Reis, de 49 anos, em prisão preventiva.

Ele está sendo investigado pelo feminicídio da advogada Cristiane Fonseca Castrillon, de 48 anos.

Almir Monteiro dos Reis principal acusado de feminicídio. (Foto: Reprodução)
Almir Monteiro dos Reis principal acusado pelo feminicídio. (Foto: Reprodução)

A Polícia Civil, por meio da DHPP (Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa), disse que a vítima apresentava várias lesões por aparente espancamento e asfixia.

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Imagens das câmeras de segurança mostram o veículo da vítima saindo da casa do ex-policial militar, já na manhã de domingo (13), com o suspeito na direção.

O homem disse aos policiais que ele e Cristiane teriam passado a noite juntos. Segundo a polícia, ele entrou em contradição várias vezes sobre a morte da advogada e como ela teria chegado à casa dele.

Na casa, foram encontrados sangue e sinais de que Almir Monteiro dos Reis, de 49 anos, teria lavado parte do lugar antes da polícia chegar. Almir Monteiro foi autuado em flagrante por feminicídio.

“O crime foi praticado em razão do gênero da vítima, sendo a vítima espancada e asfixiada até a morte pelo fato de ser mulher”, disse Marcel Oliveira. 

Advogada foi vítima de feminicídio. (Foto: Reprodução)
Advogada foi vítima de feminicídio. (Foto: Reprodução)

O suspeito é ex-policial militar e ingressou na corporação em 13 de novembro de 2000. Contudo, em 21 de março de 2013 foi instaurado processo administrativo para sua demissão por roubo.

A expulsão de Almir foi publicada no Boletim Geral Eletrônico n.º 1211, em 19 de março de 2015, que concordou com o relatório conclusivo do Conselho de Disciplina, que decidiu pela demissão do ex-policial.  

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