Justiça revoga uso de tornozeleira eletrônica de Claudinho Serra
Claudinho Serra foi preso pela primeira vez em 3 de abril de 2024, durante a Operação Tromper
A Justiça de Mato Grosso do Sul revogou o uso de tornozeleira eletrônica do ex-vereador de Campo Grande, Cláudio Jordão de Almeida Serra Filho, conhecido como Claudinho Serra, após um ano e sete meses de monitoramento. A decisão foi assinada pelo juiz Bruce Henrique dos Santos Bueno Silva e também beneficia outros réus do mesmo processo.

Conforme a decisão, fica revogado o monitoramento eletrônico de Claudinho Serra, de Cleiton Nonato Correia e de Carmo Name Júnior. No caso de Luiz Carlos Alves da Silva, o juiz destacou que o equipamento já havia sido desativado anteriormente.
Apesar da retirada da tornozeleira, Claudinho Serra continuará submetido a uma série de medidas cautelares. Entre elas estão a proibição de frequentar bares, restaurantes, locais de aglomeração e de ingerir bebidas alcoólicas, além da proibição de se aproximar das testemunhas arroladas no processo.
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O ex-vereador também deverá comparecer a todos os atos processuais para os quais for intimado e está impedido de se ausentar da comarca de Campo Grande ou dos limites do município de Anastácio por mais de 24 horas sem autorização judicial.
A decisão permite apenas o deslocamento diurno ao município de Anastácio para atividades profissionais, com retorno obrigatório à residência até as 22h30. Além disso, Claudinho Serra deverá cumprir recolhimento domiciliar noturno em Campo Grande, das 22h30 às 6h, inclusive aos fins de semana e feriados, bem como comparecer mensalmente em juízo para informar endereço, telefone e justificar suas atividades.

Em relação a Cleiton Nonato Correia, o juiz manteve medidas cautelares semelhantes, como a proibição de frequentar bares e locais de aglomeração, de ingerir bebidas alcoólicas e de se aproximar das testemunhas. Ele também deverá cumprir recolhimento domiciliar noturno e está autorizado apenas a deslocamentos diurnos entre Campo Grande e São Gabriel do Oeste para atividades profissionais relacionadas à supervisão de obras de pavimentação citadas no processo.
Operação Tromper
Claudinho Serra foi preso pela primeira vez em 3 de abril de 2024, durante a Operação Tromper, que investiga supostas fraudes em licitações e desvio de recursos públicos na Prefeitura de Sidrolândia. Desde então, o ex-parlamentar vinha cumprindo medidas cautelares impostas pela Justiça, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica, agora revogado por decisão judicial.
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