Mandante aprendeu a administrar empresa antes da morte de Toni Flor, diz irmã
Júri popular do caso Toni Flor está sendo realizado nesta segunda-feira (17), no Fórum de Cuiabá.
A irmã do empresário Toni Flor, Viviane Aparecida Flor, disse à Justiça que o irmão teve covid-19 antes de ter sido vítima de um atentado. No período ficou muito mal e ensinou a mulher Ana Claudia Flor, mandate do crime, a administrar sua empresa. Viviane foi ouvida nesta segunda-feira (17), no júri popular do caso.

Viviane disse que demorou a acreditar que ela seria capaz de ser a mandante do crime. Ela contou que as duas eram próximas, a ponto de deixar o filho sob os cuidados de Ana Claudia Flor.
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“Ela organizou carreata, chamou os amigos, mandou fazer camisetas e convocar a imprensa para protestar pela morte do meu irmão”, disse.
Destacou que desde o começo a polícia sempre perguntava sobre o relacionamento de Ana com Toni Flor. “Cheguei a falar pra ela que desconfiava que a polícia a tinha como mandante do crime. Ela sempre me respondia: ‘será? será?'”, disse.
Covid
Meses antes de ser baleado, Toni foi diagnosticado com covid-19. Segundo Viviene, ele ficou muito mal e Ana Claudia assumiu o comando da empresa do casal. “Como ele ficou muito ruim [por causa da doença] ele achava que iria morrer, deixou uma carta ensinando como ela deveria fazer se ele viesse a faltar. (Ele passou) até as senhas dos bancos e das redes sociais, senhas do celular e o contato dos fornecedores da empresa. Ele pensou que iria morrer de covid”, contou.
Segundo ela, a maioria das pessoas se comoveram com o fato de Ana Claudia Flor tomar frente dos negócios da família. “Ela chegou a faturar muito mais do que quando ele estava vivo. Muita gente se comoveu com a situação”, afirmou.
Sem acreditar
Viviene disse que desde o primeiro momento, a mãe Leonice da Silva Flor, acreditava que o assassinato de Toni Flor havia sido planejado por Ana Claudia Flor. A filha conta que resistia a acreditar que a autoria seria da mulher do empresário.
“Briguei com a minha mãe, com uma tia de Minas Gerais, que era uma segunda mãe para o Toni. Eu falava para elas pararem de falar isso, pra Ana não desconfiar e não afastar as crianças da nossa família”, disse.
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