Réu pega 19 anos de prisão pela morte de florista
Durante a sessão do Tribunal do Júri, Suetônio Pereira Ferreira alegou amnésia e uso de medicamentos
O pecuarista Suetônio Pereira Ferreira, de 59 anos, que também atuava como motorista de aplicativo foi condenado a 19 anos de prisão em regime fechado, nesta quarta-feira (23), pela morte da florista Regiane Fernandes de Farias, de 39 anos, com quem estava de casamento marcado. O crime aconteceu em janeiro de 2020.

No banco dos réus, Suetônio falou sobre o crime pela primeira vez e alegou amnésia e uso de medicamentos controlados. As declarações não sensibilizaram o Conselho de Sentença que, por maioria dos votos, condenou o acusado por “feminicídio qualificado pela torpeza e recurso que dificultou a defesa da vítima”.
A florista deixou dois filhos. Ela era responsável pelo sustento deles.
O crime
Regiane foi morto a tiros em frente à floricultura onde trabalhava, no Bairro Carandá, em Campo Grande. Suetônio não aceitava o fim do relacionamento. Apesar de alegar amnésia, o réu confessou ter atirado contra a noiva.

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