STF autoriza extradição do equatoriano que matou enteada de 7 anos
Gabriel Eduardo Gonzalez Moya está preso desde novembro de 2021 no Estabelecimento Penal de Corumbá
O STF (Supremo Tribunal Federal) autorizou a extradição do equatoriano Gabriel Eduardo Gonzalez Moya, acusado de matar a enteada de 7 anos, juntamente com a mãe da menina. Ele está preso preventivamente desde novembro de 2021 no Estabelecimento Penal de Corumbá, a 414 quilômetros de Campo Grande.

O pedido de extradição apresentado pelo governo do Equador foi deferido, por unanimidade, pela 2 ª Turma do STF. A decisão ocorreu durante uma sessão virtual finalizada no último dia 1º.
Em seu voto, o relator, ministro Edson Fachin, enfatizou que a conduta é crime nos dois países e que os requisitos para a extradição estão configurados. Segundo o ministro, o governo do Equador apontou a existência de um crime contra uma criança com descrição da atuação da mãe, com participação de Moya.
Durante a audiência, Moya disse estar ciente da acusação e apresentou detalhes sobre o homicídio
Crime e prisão
Gabriel Eduardo Gonzalez Moya era procurado pelo Interpol ( Organização Internacional de Polícia Criminal ) acusado de matar a filha da companheira dele, de 7 anos, no Equador.
Moya foi preso pela Polícia Federal em novembro de 2021, na cidade de Corumbá, fronteira com a Bolívia.
Na ocasião, a mulher dele, Letícia Amanda Pombar Balarezo, de 36 anos, entregou um bilhete para a funcionária de uma agência bancária do município em que dizia estar em perigo.
A funcionária acionou um delegado e após uma ação conjunta, Moya e a mulher foram presos pela PF.
Conforme as investigações, a menina foi agredida pelo casal e chegou a ser levada para o pronto-socorro, onde foi constatada uma fratura no crânio e ferimentos no peito. Ela foi submetida a uma cirurgia, mas morreu dias depois.
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