TRE mantém condenação de professor por tumulto em seção eleitoral
O professor Ezequiel Aguiar de Oliveira foi condenado a quatro meses de prisão e uma multa por desordem e desobediência eleitoral
O plenário do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) decidiu, nesta segunda-feira (4), manter a condenação do então candidato à eleição de 2020, o professor Ezequiel Aguiar de Oliveira (Republicanos). Ele foi condenado a quatro meses de prisão e uma multa por desordem e desobediência eleitoral.

O então candidato causou tumultuo na Escola Tancredo de Almeida Neves, em São Félix do Araguaia, a 1.159 km de Cuiabá, no durante as eleições municipais de 2020.
A defesa do professor Ezequiel alegou que “não houve qualquer desordem que pudesse prejudicar os trabalhos eleitorais” porque a situação não durou mais do que cinco minutos. A defesa diz que ele cumpriu a ordem de se retirar do local e que prova disso é que “somente fora preso quando já estava fora da seção”.
Na ocasião, Ezequiel se exaltou com uma fiscal da seção eleitoral porque o sobrinho dele tinha sido impedido de votar por falta de documentos pessoais. Com a negativa, ele começou a tumultuar no local ao entrar na seção onde estava o garoto, o que somente é permitido um eleitor por vez.
Leia mais
-
Agente morto por Paccola ouviu da namorada: “atira em todo mundo”; ÁUDIO
-
Acidente entre carreta e caminhonete mata 4 na BR-364 em MT
-
Funcionário de fazenda é preso acusado de matar colega de 19 anos em MT
-
Agente morto por vereador Paccola levou três tiros nas costas
-
Idosa de 80 anos sai para ir ao mercado e desaparece em Várzea Grande
-
Inscrições abertas: concurso do TRT em MT tem salários de até R$ 12,4 mil
-
‘Instagramável’: busca pelo termo sobe 210% nos últimos 12 meses
A fiscal, então, acionou apoio da juíza eleitoral, que compareceu na escola e pediu para que Ezequiel se retirasse do local. Neste momento, ele a chamou de ‘folgada’ e continuou causando tumulto, o que motivou a prisão em flagrante.
Ao receber a ordem, Ezequiel seguiu causando confusão ao erguer as mãos e dizer em voz alta que não iria ficar na parede porque não era bandido.
Em seu voto, o juiz eleitoral Luiz Octávio Ribeiro, foi acompanhado pelos demais colegas no plenário em manter a condenação da primeira instância da Justiça Eleitoral contra Ezequiel. Na decisão do TRE, o juiz eleitoral Luiz afirmou que, apesar de não inviabilizar totalmente os trabalhos eleitorais, o fato de ter atrasado o processo de votação foi suficiente para a responsabilização judicial.
Além disso, o tumulto causado por ele somente foi interrompido após intervenção policial.
Mais lidas - 1 Viúva de PM morto em conveniência pede por justiça após júri adiado
- 2 Com 33 dias de folga, TJMS divulga calendário de recesso e feriados de 2026
- 3 Surdos denunciam intérprete que usava papel e não libras em seleção para professor
- 4 Três PMs são réus por venda de madeira apreendida a preço simbólico em Feliz Natal
- 5 Ex-prefeitos de Campo Grande são condenados por fraude em contratos de tapa-buracos
- 1 Viúva de PM morto em conveniência pede por justiça após júri adiado
- 2 Com 33 dias de folga, TJMS divulga calendário de recesso e feriados de 2026
- 3 Surdos denunciam intérprete que usava papel e não libras em seleção para professor
- 4 Três PMs são réus por venda de madeira apreendida a preço simbólico em Feliz Natal
- 5 Ex-prefeitos de Campo Grande são condenados por fraude em contratos de tapa-buracos





