Trio é condenado a mais de 56 anos por homicídio em Campo Grande
O crime aconteceu no dia 17 de março de 2024, no Parque do Lageado
Os réus Lucas Penha Ortiz de Oliveira, Caio Vinícius Penha Edmundo Ortiz e Maurício da Silva Romero foram condenados pelo Júri popular da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, na última quarta-feira (24), pela morte de Luiz Vitor Santos Amorim, de 20 anos, e pela tentativa de homicídio de Vítor Luiz Batista dos Santos.

Os crimes aconteceram na madrugada de 17 de março de 2024, no bairro Parque do Lageado. A motivação teria sido um conflito amoroso envolvendo Maurício e a ex-namorada de Luiz Vitor.
Na ocasião, as duas vítimas estavam em um carro e faziam manobras com o veículo próximo ao réu Maurício, que, incomodado com a situação, efetuou disparos de arma de fogo contra o carro, mas não atingiu o veículo.
Após isso, os réus Lucas e Caio perseguiram o carro e efetuaram diversos disparos contra o veículo, atingindo Luiz Vitor, que foi socorrido, mas morreu no hospital. A outra vítima não foi atingida.
Lucas, que permanece foragido, foi condenado a 27 anos, 2 meses e 20 dias de reclusão pelos crimes de homicídio e tentativa de homicídio. Caio recebeu 25 anos e 7 meses pelos crimes de homicídio, tentativa de homicídio e porte ilegal de arma de fogo. Maurício foi sentenciado a 3 anos, 5 meses e 20 dias de reclusão pelo porte e disparo de arma de fogo. Ao todo, as penas somam mais de 56 anos de penas.
Leia mais
Cada condenado deve pagar R$ 15 mil aos sucessores de Luiz Vitor Santos Amorim e R$ 5 mil a Vítor Luiz Batista dos Santos, valores que serão corrigidos monetariamente. O pagamento será individual e não exime da execução das penas de reclusão.
Mais lidas - 1 Investigador que matou PM cumprirá pena em regime aberto e sem tornozeleira
- 2 Defensor é afastado suspeito de cometer assédio por 10 anos; entenda
- 3 Justiça concede liberdade a delegado baleado e determina medidas cautelares
- 4 Juíza afastada por acumular processos alega hidrocefalia após denúncia com prints de viagens
- 5 Juíza de MS manda advogado ir se catar e sofre representação no CNJ
- 1 Investigador que matou PM cumprirá pena em regime aberto e sem tornozeleira
- 2 Defensor é afastado suspeito de cometer assédio por 10 anos; entenda
- 3 Justiça concede liberdade a delegado baleado e determina medidas cautelares
- 4 Juíza afastada por acumular processos alega hidrocefalia após denúncia com prints de viagens
- 5 Juíza de MS manda advogado ir se catar e sofre representação no CNJ