Colar solta e onça Joujou será monitorada só por câmeras
Felino macho sofreu queimaduras graves durante os grandes incêndios do Pantanal em 2020
Uma das onças resgatadas após os grandes incêndios que atingiram o Pantanal em 2020, Joujou será monitorada apenas por câmeras instaladas na região. Isso porque o colar que a acompanhava desde que voltou à natureza foi desligado remotamente.

Segundo o médico veterinário, Diego Viana, do Instituto do Homem Pantaneiro, o monitoramento de Joujou durou um ano e cinco meses, sendo considerado um “sucesso” pelos especialistas. “Hoje estamos comemorando esse fato histórico para todas as instituições ambientais”, frisa Diego.
Joujou, que é um felino macho, foi resgatado em Corumbá, cidade distante a 413km de Campo Grande, e enviado ao Cras (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres), na Capital de MS, onde passou por tratamento durante dois meses para tratar as queimaduras. Como estava em condições de voltar a natureza, foi solta em 23 de janeiro.
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“Monitoramos todo esse processo de reintrodução e de soltura do animal em seu habitat natural. Conseguimos acompanhar do que esse animal se alimentava, o quanto ele andava, descobrimos que a área de vida dele é de 100km² na região, além de entender aspectos científicos, como ele ocupa e divide a área, tanto com comunidades ribeirinhas quanto as áreas do turismo, isso mostra a importância das unidades de conservação”, frisa.
Joujou percorreu durante o monitoramento quatro RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural) e uma área do Parque Nacional da Serra do Amolar. “Isso mostra a importância de unidades de conservação e das áreas protegidas para a convivência harmoniosa entre animais silvestres e seres humanos”, pontua.
Viana explica ainda que o radiocolar com GPS tem uma vida útil de 1 ano a 1 ano e meio. “Foi acionado remotamente para que caia do animal automaticamente”, explica.
Com isso, Joujou será monitorado apenas pelas câmeras espalhadas no Pantanal e que inclusive já flagraram ele por aí. (Clique aqui e veja o vídeo)
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