Preservação dos córregos rende conversas em bairros de Campo Grande

Voluntários se reuniram em 10 pontos da cidade, neste sábado (3), para discutir a necessidade de promover ações em prol da preservação do Meio Ambiente

Uma série de encontros mobilizou pessoas em 10 pontos de Campo Grande para discutir a necessidade de conscientizar e promover ações em prol da preservação do Meio Ambiente.

Roda de Conversa no Parque das Nações Indígenas
Roda de Conversa no Parque das Nações Indígenas (Foto: Divulgação)

? Ouça abaixo a reportagem da Morena FM:

No Parque das Nações Indígenas as atividades do “Córrego Em Nosso Bairro”, neste sábado (03), reuniu interessados em uma roda de conversa.

Organizado pelo Instituto Aleema, EntreNós, Grupo Zerka e Gaya de psicodrama, o encontro abordou a conservação dos cursos d’água para a sustentabilidade e a saúde dos ecossistemas e das sociedades e provou que a conscientização ambiental não tem idade.

Samuel Sabino, de 10 anos, sabe desde pequeno o quanto os córregos são importantes para a vida.

“Eu acho que a gente precisa preservar mais a água, porque um dia ela vai acabar, então a gente precisa preservar o meio ambiente”, disse empolgado ao acompanhar a mãe.

A Semana do Meio Ambiente, entre 1º e 5 de junho, busca sensibilizar as pessoas sobre a importância da conservação dos recursos naturais, a proteção da biodiversidade, a redução do consumo e o estímulo à sustentabilidade.

Alcione Ribeiro Dias, psicóloga do instituto EntreNós, destacou que os córregos fazem parte da Capital e como o psicodrama pode auxiliar na preservação dos mananciais.

“Nós temos aqui em Campo Grande 33 córregos, que estão perto da gente, mas a gente não enxerga. Essa é a ideia: fazer várias ações e usar técnicas de abordagem para ajudar a percepção de si e reconhecer a presença dos córregos na vida das pessoas”, disse.

O encontrou foi uma oportunidade para refletir sobre nossas ações e promover mudanças positivas em prol de um futuro mais sustentável.

“As pessoas do futuro devem cuidar mais do que a gente, porque quando elas tiverem aqui presente na terra, vai ter menos água do que hoje”, alertou Samuel.

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