Vocalista da Plebe Rude agradece médico e celebra recuperação sem sequelas
Clemente Nascimento discorreu elogios para toda a equipe médica da Santa Casa e afirmou que retorna para casa, neste sábado (17).
Depois de ficar entre a vida e a morte por conta de um dissecção da aorta, o músico Clemente Nascimento, vocalista das bandas Plebe Rude e Inocentes, retornará para casa sem sequelas. Através do Instagram, o artista agradeceu à equipe médica da Santa Casa de Campo Grande, hospital onde esteve internado desde 11 de dezembro, e em especial ao cirurgião cardiovascular Raony Paniquar, que o atendeu após ele passar mal.

“Última consulta com o cara que literalmente salvou minha vida, cirurgião Raony Paniquar.
Clemente Nascimento.
Sem palavras para agradecer ao Dr. Raony e a toda equipe da Santa Casa de Campo Grande por toda a dedicação e cuidado para que eu sobrevivesse e me recuperasse da melhor maneira da cirurgia delicadíssima à qual fui submetido. O que antes eram apenas 10% de chances de sobreviver se tornou 100%, sem sequelas, graças à competência e ao carinho deles.”
Clemente também agradeceu a todo suporte que recebeu da produtora que trouxe a Plebe Rude para show em Campo Grande, em dezembro, quando o músico teve a crise. Conforme Clemente, amanhã ele retornará para casa “depois de uma longa e dura jornada”.
“O acolhimento que deram à minha família e a disposição com que também trabalharam pela minha recuperação serão sempre lembrados. Obrigado, galera, vocês foram incríveis! O apoio financeiro para as despesas com remédios e exames no pós-alta também foi essencial. Grato, amigos ❤️. A todos que torceram por mim, muito obrigado, nos vemos em breve!”
Clemente Nascimento.
Susto
Clemente estava em Campo Grande para show em festival de rock, quando passou mal e precisou ser hospitalizado no dia 11 de dezembro. No dia seguinte, à tarde, o músico foi submetido a uma cirurgia cardíaca e, desde então, estava internado em recuperação.
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Clemente sofreu uma dissecção da aorta (tipos A e B), condição grave que acontece quando há um rasgo na parede da aorta, a maior artéria do corpo, e que pode levar rapidamente à ruptura da artéria e, consequentemente, à morte.
Uma das principais causas da dissecção aórtica é a hipertensão, doença que Clemente havia começado a investigar recentemente, já que há histórico familiar.
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