Retrospectiva: Mandetta fala sobre a Covid e os bastidores como ministro de Bolsonaro
Em primeira entrevista em mais de dois anos, o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta abriu o jogo sobre como eram os bastidores do poder na luta contra a epidemia da covid
Na retrospectiva do podcast “Política de Primeira” reveja os principais tópicos da entrevista com o ex-ministro da Saúde do governo Jair Bolsonaro, Luiz Henrique Mandetta. Gravada em agosto de 2025, a postagem com Mandetta passou de 220 mil visualizações, sendo até agora o mais assistido do podcast “Política de Primeira” desde a sua estreia.
O ex-ministro falou sobre o início da carreira política, disputando a presidência da Unimed em Campo Grande sem nenhuma perspectiva de vencer a disputa.
Depois de ocupar de deixar a direção da Unimed, Mandetta foi secretário de Saúde de Campo Grande na gestão do primo Nelsinho Trad. Foi deputado federal onde conheceu o então colega deputado Jair Messias Bolsonaro. Veja o que ele falou desses primeiros encontros.]
De deputado federal a ministro de Saúde. Em primeira entrevista em mais de dois anos ele contou como surgiu a mobilização para se tornar ministro e as principais figuras políticas que ajudaram na indicação do seu nome para a pasta de Saúde junto ao então presidente eleito, Jair Bolsonaro.
Falou, também, sobre como foram os últimos dias no governo Bolsonaro como titular da pasta de Saúde. Deu detalhes sobre as pressões que enfrentou para colocar em ação o plano de combate à pandemia da Covid e o fogo-amigo dentro do governo, com ministros contrários, por exemplo, as medidas de isolamento e a favor de medicamentos como cloroquina para cura da doença. Mandetta contou também como era o relacionamento com o presidente, criticou a gestão de saúde do governo federal e seu futuro político.
Em relação a política regional, O ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta disse que apoiou o nome de Reinaldo Azambuja, então no PSDB, ao governo de MS nas eleições de 2014. Mas mesmo com a vitória do tucano ficou de fora do governo por “discordar” dos projetos na área da saúde defendidos pela equipe do governador eleito, focado em “caravanas ou mutirões de saúde”, que na avaliação do ex-ministro, não criam estruturas de saúde.
Em relação ao futuro político, o ex-ministro disse que “não há espaço, por ora, para ele em MS”. Como motivos elencou: a situação dos partidos históricos em MS como MDB, que definhou bastante nos últimos anos e não tem mais força política; o posicionamento do PSDB, partido hegemônico e que tem siglas de esquerda na sua base; e o enfraquecimento do “tradismo”, com o resultado das eleições de 2022 que atingiu a candidatura do primo Marquinhos Trad.
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