ALMT rejeita pedido de afastamento de servidores envolvidos em atos antidemocráticos
O petista disse que o requerimento apenas reafirma o entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre os atos terroristas do dia 8 de janeiro
A ALMT (Assembleia Legislativa de Mato Grosso) rejeitou nesta quarta-feira (8) um pedido de afastamento imediato dos servidores públicos do estado que participaram dos atos antidemocrático no último dia 8 de janeiro. O pedido foi apresentada pelo deputado estadual Valdir Barranco (PT).
O petista disse que o requerimento apenas reafirma o entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre os atos terroristas do dia 8 de janeiro.
De acordo com o deputado, o requerimento buscava exigir do estado a abertura de PAD (Procedimento Administrativo Disciplinar) para apurar a conduta dos servidores que participaram dos atos.

“Nós estamos pedindo que o Estado abra um Processo Administrativo Disciplinar, o que é natural quando um servidor que comete um ilícito. Garantindo a ampla defesa, o contraditório e a presunção de inocência. O PAD é necessário para que eles possam ser ouvidos. Pedimos também o afastamento imediato de suas funções, até o fim das investigações”, disse.
O petista ainda lembrou o caso da professora de Sinop, a 504 km de Cuiabá, que ministrou aula para crianças usando tornozeleira eletrônica depois de ter sido presa por participação nos atos antidemocráticos.
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No entanto, as falas de Barranco foram contestadas por deputados que apoiaram o presidente Jair Bolsonaro (PL). O deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos) foi contra o projeto e disse que os culpados já estão sendo processados e, se condenados, serão afastados dos seus cargos depois da sentença condenatória.
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