Atoleiros e vias fechadas: governo federal reconhece emergência em Peixoto de Azevedo
União reconhece emergência em Peixoto de Azevedo após fortes chuvas causarem lama e interdição de estradas.
O governo federal reconheceu nesta sexta-feira (13), o decreto de emergência publicado pelo município de Peixoto de Azevedo (MT), após o grande volume de chuvas registrado na região. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).

Segundo o decreto municipal publicado no dia 2 de março, a situação provocou atoleiros, deslizamentos, interdição de estradas municipais devido a lama e água oriundo das fortes chuvas, causando diversos transtornos aos moradores da região.
O decreto municipal também autoriza que agentes da Defesa Civil, em caso de risco iminente, entrem nas casas para prestar socorro ou determinar evacuação e a utilizar propriedades particulares diante de perigo público, com garantia de indenização ao proprietário em caso de danos.
O município tem prestado auxílio as famílias mais afetadas pelas chuvas. Veja vídeo:
Na mesma portaria, nº 799, foi reconhecida a situação de emergência na cidade de Rio Negro (MS).
Com o reconhecimento do decreto de emergência pelo governo federal, o município receberá ajuda para controlar a situação nesse período crítico.
Leia mais
Mais lidas - 1 Senado libera empréstimo de US$ 200 milhões para rodovias de MS
- 2 Disputa pelo governo de MT já tem ao menos 8 pré-candidatos; conheça nomes e perfis
- 3 Apps que geram ‘nudes’ a partir de IA são proibidos em MT
- 4 Delegado é exonerado após vazamento de vídeos íntimos e polêmica eleitoral em MT
- 5 Ex-governador é convocado a explicar R$ 448 milhões após intervenção do Banco Central
- 1 Senado libera empréstimo de US$ 200 milhões para rodovias de MS
- 2 Disputa pelo governo de MT já tem ao menos 8 pré-candidatos; conheça nomes e perfis
- 3 Apps que geram ‘nudes’ a partir de IA são proibidos em MT
- 4 Delegado é exonerado após vazamento de vídeos íntimos e polêmica eleitoral em MT
- 5 Ex-governador é convocado a explicar R$ 448 milhões após intervenção do Banco Central





