Carlão promete cobrar qualidade do transporte de Campo Grande antes da isenção do ISSQN
Presidente da câmara também afirmou que até essa situação não ser resolvida, a população não deve ver diferença no valor final
A alteração na lei que trata da isenção do ISSQN (Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza) para o transporte coletivo em Campo Grande aconteceu devido à situação do transporte público, segundo afirma o comando do Legislativo municipal. Veículos e terminais não tiveram ajustes de ambas partes responsáveis, no acordo firmado, segundo o vereador Carlão (PSB), presidente do Legislativo da capital, durante entrevista ao Bom Dia MS, da TV Morena, nesta quarta-feira (8).

“A prefeitura acabou não cumprindo a parte do acordo que era reformar os terminais de ônibus que estão em péssimas condições para os usuário, os banheiros estão péssimos e as rotas cheias de buracos, que existem até dentro dos próprios terminais. Os empresários por sua vez, não conseguiram melhorar a frota e com isso a câmara fez o seguinte: revogou a isenção 22, 23 e 24 e para a volta da mesma ser realizada o pedido dos usuários precisarão ser cumprido”, afirmou.
Essa isenção ISSQN no transporte coletivo é um desdobramento das negociações entre município, Consórcio Guaicurus e trabalhadores, que chegaram a ficar um dia sem circular. Outros subsídios, segundo o consórcio, são fundamentais para dar o reajuste de 10% aos motoristas, negociado à época.
Carlão disse em entrevista que até essa situação não ser resolvida, a população não deve ver diferença no valor final.
“A prefeita está aguardando alguns quistos para resolver isso com a Agereg e poder chegar a um valor. A aprovação do ISSQN será aprovado pela câmara, no momento que a gente for chamado à comissão de transporte para fazer parte dessa reunião e saber quando vai ser cumprido as exigências feitas”.
Carlão ainda contou que essa situação não pode ficar do jeito que está, e que tudo será acompanhando pelo legislativo.
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Acompanhamento
A câmara de Campo Grande fará um acompanhamento do caso, visando o o aumento da tarifa. O presidente do legislativo afirmou que câmara não vai renunciar à prerrogativa de autorizar doação de isenção.
“Isso é constitucional e o poder legislativo tem que cuidar dos bens públicos, então nós não vamos deixar dar uma isenção de mais de um milhão, sem ter nenhuma melhoria no transporte público de Campo Grande”.
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