Taxa do lixo no IPTU: Câmara de Campo Grande analisa veto em sessão extra
Sessão possui objetivo de discutir e votar um projeto que pode impactar diretamente o valor do IPTU 2026
A taxa de coleta de lixo, tributo que vem embutido no carnê do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) de Campo Grande, será tema central em uma sessão extraordinária da Câmara Municipal de Campo Grande, marcada para às 20h desta segunda-feira (12).

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A sessão possui objetivo de discutir e votar um projeto que pode impactar diretamente o valor do IPTU 2026. Os vereadores foram convocados pelo presidente da Casa, para analisar o Projeto de Lei Complementar 1.016/25, que suspende os efeitos do decreto municipal que definiu a forma de lançamento e cobrança da taxa de coleta de lixo.
Com a proposta vindo da Mesa Diretora, desde o início da discussão sobre o reajuste do IPTU em Campo Grande para 2026, vereadores buscam alternativas para reduzir o impacto do aumento. No assunto, a taxa de lixo é um ponto-chave no debate.
O decreto n.º 16.402/2025, editado pela Prefeitura no fim de setembro, regulamenta a cobrança da taxa de coleta de lixo para 2026. Se o projeto for aprovado, o decreto perde validade, e os vereadores poderão discutir uma nova forma de cálculo ou a redução do valor cobrado.
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Comentários (1)
MANIFESTO À CÂMARA MUNICIPAL: CAMPO GRANDE EXIGE RESPEITO E AÇÃO!
Aos Vereadores de Campo Grande,
Nós, cidadãos, contribuintes e eleitores desta Capital, viemos por meio deste manifestar nossa profunda indignação diante da postura de inércia e conveniência demonstrada por esta Casa de Leis frente aos recentes abusos fiscais impostos pela atual gestão municipal.
Neste dia 12 de janeiro de 2026, assistimos com perplexidade à estratégia de “escantear” debates fundamentais em nome de tecnicismos, enquanto o bolso da população é diretamente atacado. Não aceitaremos que direitos e alívios financeiros, como o desconto de 20% no IPTU, sejam tratados como “segundo plano” ou mera “discricionariedade” da Prefeitura.
Denunciamos e Exigimos:
Fim da Omissão no IPTU: A justificativa de que o desconto de 20% é opcional para a Prefeitura é um insulto ao contribuinte que se planejou para o pagamento à vista. A Câmara não pode se omitir de legislar sobre o que é justo sob o medo de “inconstitucionalidade” quando a própria sobrevivência financeira das famílias está em jogo.
Transparência na Taxa de Lixo: A atualização da base de cálculo, que elevou os custos para mais de 44% dos moradores e incluiu 20 mil novas unidades na base tributável, é uma manobra arrecadatória disfarçada de “ajuste técnico”. Exigimos a derrubada imediata de qualquer cobrança que exceda o IPCA de 5,32%.
Compromisso Real, Não Discurso: O Legislativo afirma ser “pressionado pelas bases”, mas a resposta não pode ser apenas a espera por um “consenso” confortável entre os pares. O papel do vereador é fiscalizar o Executivo, e não buscar saídas logísticas que poupem a Prefeitura de suas responsabilidades.
Ressarcimento Imediato: Para aqueles que já pagaram valores abusivos, exigimos mecanismos claros de devolução ou compensação em espécie, e não apenas promessas de “créditos futuros” que prendem o cidadão a uma gestão que o penaliza.
Senhores Vereadores, a “indignação” mencionada pelo presidente desta Casa não será aplacada com sessões extraordinárias que fogem do cerne do problema. A Câmara Municipal existe para ser o contrapeso ao poder do Executivo, não um anexo de suas vontades.
Se houver excesso por parte da Prefeitura, a resposta deve ser o enfrentamento direto e a proteção do cidadão, e não a cautela política. Campo Grande está atenta. O voto de hoje definirá quem está ao lado do povo e quem está ao lado do abuso.
Campo Grande – MS, 12 de janeiro de 2026.
Pela justiça tributária e pelo fim do descaso legislativo!