Vereadora defende desarmamento da população para evitar tragédias

Conforme a vereadora, já há um problema do uso de arma por parte até dos agentes policiais que em casos de intervenção policial acabam abusando do uso da arma

A vereadora por Cuiabá, Edna Sampaio (PT), defendeu o desarmamento da população para evitar episódios como da chacina que ocorreu em Sinop, a 420 km de Cuiabá, que deixou 7 pessoas mortas. A fala da parlamentar ocorreu nesta terça-feira (22) no “Papo das 7”, do Bom Dia MT, da TV Centro América.

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Vereadora de Cuiabá pelo PT, Edna Sampaio no Bom Dia MT. (Foto: TVCA)

Na opinião da vereadora, a sociedade está adoecida emocionalmente, principalmente devido à situação da pandemia, que gerou “muita ansiedade, depressão e falta de controle emocional”.

“Esses casos demostram bem o risco real, contra a vida de qualquer pessoa, da periculosidade quando se facilita armas para as pessoas. Quem é que vai imaginar que você está num bar ali com sua filha, se divertindo, pode ser alvo de um massacre”, destacou.

Conforme a vereadora, já há um problema do uso de arma por parte até dos agentes policiais que em casos de intervenção policial acabam abusando do uso da arma, quando se trata do porte da população, o risco de gerar mais violência é aumentado.

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“Como vamos saber se uma pessoa descontrolada emocionalmente vai ter o porte de armas?”, questionou.

Cartazes de conscientização para homens

Na entrevista, Edna destacou que os homens são pessoas fundamentais no combate da violência contra a mulher. Como exemplo, está o projeto aprovado pela Câmara, de autoria da vereadora com indicação de uma defensora pública.

A lei, se sancionada, obriga os estabelecimentos comerciais frequentados majoritariamente por homens a afixarem em local visível ao público cartazes com conteúdo educativo sobre a prevenção e a erradicação da violência contra a mulher.

“São vários os tipos de violências que são estabelecidos pela Lei Maria da Penha, que o agressor pode ser denunciado. É o constrangimento, violência moral, psicológica, patrimonial”, disse. “Queremos que os homens sejam aliados nessa cruzada contra a violência contra a mulher”, disse.

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