Anvisa proíbe à venda online de 22 produtos da Now Foods

Alguns produtos eram divulgados para controle de colesterol, pressão, sono, humor e saúde hormonal

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta segunda-feira (25), a apreensão e proibição de 22 produtos da marca Now Foods em todo o país por falta de regularização sanitária. Os itens, comercializados pela empresa Uptown Comércio e Serviços Ltda., não possuem registro, notificação ou cadastro na Agência, apesar de serem divulgados e vendidos pela internet.

Anvisa suspende venda virtual de linha da Now Foods. (Foto: Reprodução/Anvisa)
Anvisa suspende venda virtual de linha da Now Foods. (Foto: Reprodução/Anvisa)

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Com a decisão, fica proibida a importação, fabricação, distribuição, comercialização e uso desses produtos no Brasil. A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU).

Entre os produtos proibidos estão suplementos e compostos, além de itens voltados à saúde da próstata, colesterol e sistema nervoso, confira a lista:

  • Casca de Canela
  • Hawthorn Extract
  • Beta-Sitosterol Plant
  • Mood Support
  • Multivitamínico Mulheres
  • Saw Palmetto
  • Ácido Gaba
  • Suplemento Alpha GPC
  • Dopa Mucuna
  • Berberina Support Glicose
  • Pycnogenol
  • Brain Elevate
  • Testo Jack
  • Flor de Maracujá
  • Extrato de Epimedium
  • Silica Complex
  • Prostate Health
  • Alho Concentrado
  • Aloe Vera 100mg
  • DGL 400mg
  • Now Food com Aloe Vera
  • Cholesterol Pro
  • Raiz de Valeriana 500mg

A resolução também determinou o recolhimento de todos os medicamentos manipulados estéreis produzidos até 19 de dezembro de 2025 pela empresa Injemed Medicamentos Especiais Ltda.

A decisão foi tomada após inspeção das vigilâncias sanitárias estadual e municipal de Belo Horizonte, que identificou manipulação irregular de produtos estéreis, em desacordo com normas sanitárias.

Recolhimento voluntário

Além disso, a Anvisa suspendeu a venda, distribuição e uso do lote P0019875 do medicamento Aldomet 250 mg, utilizado no controle da pressão arterial.

Segundo a fabricante Aspen Pharma, houve um desvio de qualidade no processo de embalagem: blisters da apresentação de 250 mg foram inseridos, por engano, em cartuchos rotulados como 500 mg. De acordo com a empresa, o recolhimento do lote é voluntário e foi adotado após a identificação do problema.

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